terça-feira, outubro 05, 2010

Tunel da Grota Funda e Corredor Transoeste -Barra/Zona Oeste

         Em 2001, quando assumi a Sub-Prefeitura da Zona Oeste, na gestão do Prefeito Cesar Maia, começamos a discutir uma coisa que já se falava desde 1953. A construção do túnel da Grota Funda, onde o objetivo principal era dar acesso mais rápido a Santa Cruz, Campo Grande, aos dois Pólos Industriais da Região e o Porto de Itaguaí, já que a correnteza do crescimento do Rio corre muito forte na direção da região Oeste.
        Em 2002, fizemos uma audiência pública, mas na conseguimos avançar com a obra por vários motivos.  Hoje, esta obra vira realidade! 

domingo, setembro 19, 2010

MERCADO IMOBILIÁRIO: EXPANSÃO A TODO VAPOR NO RIO.

        O Rio não é mais o mesmo, a cidade cosmopolita com suas belezas naturais e potencial econômico, que tem uma população que convive diariamente com o mar, as montanhas, e a beleza da Mata Atlântica, em plena área urbana. Uma cidade que vem crescendo em diversos setores da economia, que atrai investimentos internos e externos.
        Em 2007, o Pan Americano, trouxe grandes investimentos em equipamentos esportivos, agora andaimes, novos prédios e, em breve corredores expressos, museus, zona portuária revitalizada e modernas arenas esportivas. O bom momento da construção tem vários motivos: Alem da farta oferta de crédito no mercado, carregado do aumento de renda da população e de incentivos trazidos pelo petróleo, a cidade do Rio é forte candidata a abrigar a seleção brasileira na Copa do mundo de 2014, e será a cidade-sede das Olimpíadas de 2016.
        Quando fui Subprefeito da Zona Oeste do Rio de 2001 a 2006, em parceria com o Prefeito a Secretaria de Urbanismo, e os diversos segmentos da região conseguimos aprovar o PEU DE CAMPO GRANDE – LEI 72 DE 27/07/2004, Projeto de Estruturação Urbana dos Bairros de Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos e Inhoaíba, integrantes das Unidades Espaciais de Planejamento 5.1 e 5.2 (UEP 5.1 e 5.2). Com isso tiramos o engessamento do crescimento desta região. Agora precisamos avançar com o PEU, de Guaratiba e de Santa Cruz.
        Ao olhar para o atual mapa imobiliário do Rio, e fácil notar que algumas localidades merecem destaque. Há tempos a Zona Oeste é a região que mais constrói na cidade e, na ultima década, a Barra da Tijuca foi o bairro com o maior número de novas unidades. Jacarepaguá segue forte na disputa desde 2007, quando experimentou o seu mais concentrado boom. Mas a nova menina dos olhos dos construtores e nas bandas de Campo Grande. Na Zona Norte, os holofotes do mercado estão voltados para alguns bairros, a Vila da Penha está no topo da lista. Antes acostumada ao desdém das construtoras.
        Fora do Rio, o boom de construções também e visível. Itaboraí faz parte do crescimento imobiliário do estado. Com investimentos trazidos pelo Complexo Petroquimico do Rio de Janeiro. Não podemos esquecer-nos da Baixada Fluminense, que também vem sendo observadas pelas diversas construtoras, e já lançaram varias unidades.
        Com isso a cara de bairros tradicionais estão mudando, com este crescimento habitacional, que vem influenciando nos costumes locais e dividem as opiniões dos moradores. Mas o importante e que muitas pessoas querem mudar para um prédio que tenha estrutura de lazer, conforto e segurança para seus filhos.
        A construção civil gera muitos empregos, por isso será de fundamental importancia, o investimento em qualificação da mão de obra local, evitando assim, a importação da mão de obra de outros estados.

segunda-feira, agosto 02, 2010

PREFEITURA DO RIO - APOSENTADOS: ‘É o fim da integralidade para os futuros aposentados’

        A prefeitura do Rio, ao longo dos anos tinha um respeito aos seus servidores, aposentados e pensionistas e os mesmos tiveram muitas conquistas.
        Agora se aposentar na Prefeitura do Rio passa a ser um castigo! Com a decisão do governo em acabar com a paridade entre os servidores ativos, aposentados e pensionistas. A redução deve chegar a 30%.
        Onde esta o compromisso do PMDB com os servidores da Prefeitura?

        Rio - Quem sonha em trabalhar na prefeitura do Rio deve se preparar desde já para receber aposentadoria menor do que o salário pago no período de atividade. Mais: se conformar com a possibilidade de ter reajustes do benefício inferiores aos concedidos a quem ainda está atuando nas repartições. Futuros servidores não terão mais direito à chamada integralidade de vencimentos na aposentadoria e paridade de reajuste entre ativos e inativos. Esses benefícios continuarão garantidos somente para os atuais 165 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas do Rio. Pelo menos, é isso que prevê o Projeto de Lei Complementar 41 do prefeito Eduardo Paes, que a Câmara de Vereadores vota terça-feira. Se não sofrer emendas alargando seu alcance, as duras medidas adotadas para garantir a saúde financeira do fundo de previdência municipal vão atingir aos novos concursados. É o que informa a presidente do Previ-Rio, Ariane Di Iorio, que recebeu O DIA para explicar as mudanças.

         NOVO CÁLCULO
        O primeiro artigo do Projeto de Lei Complementar (PLC) 41 estabelece o fim da integralidade. “Será como funciona atualmente na União. Muda o cálculo para a aposentadoria. Será calculado pela média e não pelo último salário, o que significa o fim da integralidade”, explica Ariane Di Iorio, presidente do Previ-Rio.
         PARA QUEM VALE
        A mudança atinge os servidores titulares de cargos efetivos de qualquer poder do município, incluindo autarquias e fundações públicas. Não recai para os atuais ativos. Somente para quem for empossado ou inscrito no Regime Próprio da Previdência do Município do Rio, a partir da publicação da lei no Diário Oficial.
        CONSTITUIÇÃO
        Serão considerados os parágrafos 3° e 17° do Artigo 40 da Constituição Federal.
        MÉDIA ARITMÉTICA
        De acordo com o texto do projeto, “será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a 80% de todo o período contributivo, desde a competência de julho de 1994 ou desde a do início da contribuição”
        PENSIONISTAS
        A presidente do Previ-Rio também explicou que haverá mudança no cálculo das pensões. “Com a aprovação do PLC 41, será aplicado o redutor de 30% do provento para os pensionistas dos servidores do Município do Rio. Desde que seja para o que exceder o teto do Regime Geral de Previdência Social”, disse Ariane. Atualmente, o teto é de R$ 3.467,40.
O DIA – ONLINE -31.07.10 às 20h39 - Atualizado em 31.07.10 às 21h44

terça-feira, julho 27, 2010

CONSTRUÇÃO CIVIL: INCC-M desacelera em julho de 2010

          O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em julho, taxa de variação de 0,62%, abaixo do resultado do mês anterior, de 1,77%. No ano, o índice acumula variação de 5,95% e nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 6,57%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,48%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,02%. No índice referente a Mão de Obra, registrou-se variação de 0,77%. No mês de junho, a taxa foi de 2,59%.
           Materiais, Equipamentos e Serviços
          No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,53%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,04%. Os quatro subgrupos apresentaram decréscimos em suas taxas de variação, com destaque para materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,60% para 0,72%. Contribuiu também para o recuo da taxa do índice o subgrupo equipamentos para transporte de pessoas (0,67% para 0,44%).
          A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,92%, em junho, para 0,27%, em julho. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo serviços técnicos, cuja taxa passou de 1,57% para 0,36%.
          Mão de obra
          O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,77%, em julho. No mês passado, a taxa havia sido de 2,59%. Em Porto Alegre, este grupo registrou variação de 4,24%, por conta de reajustes salariais ocorridos em função da data base. No mês anterior, a taxa foi de 0,07%. Em Brasília, a taxa passou de 4,96% em junho, época da data base, para 2,47%, em julho.
          Capitais
          Cinco capitais apresentaram desaceleração: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em sentido oposto, Recife e Porto Alegre tiveram aceleração.

segunda-feira, junho 28, 2010

LIGAÇÃO DA BARRA A SANTA CRUZ! TUNEL DA GROTA FUNDA.

        Em 2001, quando assumi a Sub-Prefeitura da Zona Oeste, na gestão do Prefeito Cesar Maia, começamos a discutir uma coisa que já se falava desde 1953. A construção do túnel da Grota Funda, onde o objetivo principal era dar acesso mais rapido a Santa Cruz, Campo Grande e aos dois Polos Industriais da Região, já que a correnteza do crescimento do Rio corre muito fote na direção da região Oeste.
        No 1º semestre de 2001 tudo indicava que a construção do Túnel iria sair do papel, porém mais uma vez a liberação das obras se arrastava dependendo ainda da aprovação do Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente, exigido pelo governo do estado. Em setembro de 2001 A prefeitura entregava um novo estudo de impacto ambiental para as obras do Túnel.
        Em 2002 o projeto ficou paralisado porque a Feema não concedeu a licença ambiental das obras. O órgão exigiu que fosse feito um EIA-Rima, apresentado em março de 2002 pela prefeitura.
        Finalmente com o caminho pavimentado o governo atual da prefeitura concluiu edital de ligação da Barra da Tijuca a Santa Cruz atravessando pelo túnel da Grota Funda. O EIA-RIMA foi feito na prefeitura anterior, o que adiantou a obra em pelo menos nove meses. Os dois lotes foram ganhos pela Odebretch e Sanerio. O edital foi publicado pela primeira vez em 12 de fevereiro. O valor da obra é de 631 milhões de reais. As obras estão previstas para começar em agosto de 2010, e têm prazo de 2 anos, prorrogáveis. Espero que agora as obras avancem.



terça-feira, junho 15, 2010

EMPRESAS – Siderurgia: CSA Começa operar na 2ª quinzena de junho de 2010, em Santa Cruz/Rio.

        Em outubro de 2005, publiquei neste Blog matéria do D.O da PCRJ (28/05/2005).
        Hoje, realmente os números são animadores da economia da Zona Oeste do Rio (BANGU, CAMPO GRANDE e SANTA CRUZ) e são dignos de uma cidade grande. Os investimentos nesta região chegam á aproximadamente a R$ 12 bilhões e aproximadamente 20 mil empregos diretos criados nos últimos três anos, nós temos que comemorar.
         Vera Saavedra Durão e Francisco Góes, do Rio 14/06/2010
        Depois de cinco anos de obras marcadas por inúmeros contratempos, inclusive a crise financeira internacional, entra em operação, na sexta-feira, a ThyssenKruppCSA - Companhia Siderúrgica do Atlântico, instalada na região metropolitana do Rio de Janeiro. O complexo siderúrgico recebeu € 5,2 bilhões (US$ 6,6 bilhões), o que representou aumento de quase 80% em relação ao orçamento inicial de € 3 bilhões. O investimento é o maior já feito pelo grupo alemão no mundo, em sociedade com a Vale.
        Rodrigo Tostes, vice-presidente financeiro da CSA, informou que a primeira placa de aço deverá ser produzida entre julho e agosto. Nesta semana, está prevista a largada da primeira unidade produtiva, que é a de sinterização. O processo consiste na aglomeração do minério de ferro para posterior produção do ferro gusa nos dois altos fornos, com capacidade total de 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano.
        O primeiro alto-forno deverá entrar em operação entre o fim do mês e o início de julho. Na primeira etapa está prevista a produção de 2,5 milhões de toneladas de placas. Em princípio, o segundo alto-forno deve começar a funcionar em janeiro de 2011 com idêntica capacidade. O cronograma da CSA, segundo Tostes, prevê que a capacidade plena de produção seja atingida no segundo semestre de 2011. "A melhor estratégia para o grupo é que o segundo alto-forno entre em atividade nesta data."
        O empreendimento, no bairro de Santa Cruz, zona oeste do Rio, funciona de forma integrada recebendo minério de ferro fornecido pela Vale e importando carvão em terminal portuário próprio, por onde também serão exportadas as placas de aço. Conta ainda com uma coqueria com três baterias, sendo que a primeira delas entra em operação dentro de 50 dias, e com uma termelétrica de ciclo combinado com capacidade de 420 megawatt (MW).

terça-feira, junho 08, 2010

CONSTRUÇÃO CIVIL: NORDESTE OFERECE 30% DE NOVOS EMPREGOS.

     Já havia comentado anteriormente que as grandes construtoras do ramo imobiliário no sudeste, especificamente Rio de Janeiro e São Paulo deveriam tratar esta questão com muita seriedade, pois com o mercado da construção civil aquecido e alavancado pelo programa Minha Casa Minha Vida, iríamos ter problemas sério com mão de obra para atender a nossa demanda.
        Valor Online: Murillo Camarotto, de Recife 08/06/2010
     O bom momento, no entanto, vem acompanhado de uma grave crise na oferta de mão de obra.
     Em ebulição, a indústria da construção civil cresce a taxas chinesas no Nordeste, resultado da combinação entre crédito farto, déficit habitacional elevado e crescentes investimentos em infraestrutura. O bom momento, no entanto, vem acompanhado de uma grave crise na oferta de mão de obra, o que já está se traduzindo em perdas para algumas empresas. Faltam pedreiros, pintores, carpinteiros, eletricistas, engenheiros e até estagiários. A região responde por três em cada dez empregos gerados no setor em todo o país, enquanto o consumo de cimento nos nove Estados cresceu em média 9,3% ao ano entre 2006 e 2009, muito acima da média nacional de 5,9%.
     O mercado da construção no Nordeste deve continuar aquecido nos próximos anos. Além das boas perspectivas para o segmento residencial, puxado pelo programa Minha Casa Minha Vida e pelo aumento do crédito imobiliário, a região abrigará três sedes da Copa do Mundo de 2014, o que deverá gerar investimentos importantes em Fortaleza, Recife e Salvador.
     As condições favoráveis colocaram a região no mapa estratégico das grandes construtoras do Sudeste. Há cerca de dois anos, elas vêm aumentando o número de projetos no Nordeste, sozinhas ou em parcerias com empresas regionais, que também estão ampliando bastante seus negócios.