domingo, maio 09, 2010

CONSTRUÇÃO: MULTIPLAN investe em empreendimento multiuso

      Campo Grande – Zona Oeste do Rio, onde a correnteza corre com muita força para o crescimento do município, espera com expectativa o megaempreendimento, anunciado para região, num terreno de aproximadamente 300 mil metros quadrados, situado na Estrada do Monteiro e Estrada do Cantagalo "Plano de Reurbanização". O projeto que engloba shopping Center, edifícios comerciais e residenciais, como um bairro, que será voltado às classes B e C.
         VALOR ON-LINE - Paola de Moura, do Rio - 07/05/2010
      Um empreendimento completo. É assim que a Multiplan começa a planejar os seus investimentos em novos shoppings centers daqui para frente. Além de lojas, restaurantes, postos de serviços e áreas de lazer, os empreendimentos também já devem contar com centros comerciais e até condomínios para moradia.
      Nos próximos dois anos, o grupo vai investir R$ 1 bilhão em quatro novos empreendimentos, entre eles o Village Mall, um novo shopping de alto luxo agregado ao complexo da Barra Shopping, e duas novas torres comerciais no Park Shopping de Brasília. O shopping do Distrito Federal acabou de passar por uma ampliação, que custou R$ 180 milhões, e agora receberá seu primeiro centro comercial para se tornar multiuso.
      O presidente da Multiplan, José Isaac Peres, explica que a experiência da empresa mostra que, a cada dia, mais pessoas querem novas facilidades e ficar próximas aos locais onde podem comer, pagar contas e fazer compras. "O caos de uma grande metrópole está gerando esta necessidade. Hoje, as pessoas do Rio, por exemplo, vão mais vezes ao shopping do que à praia", conta o executivo do grupo.
      Só este ano, a empresa está investindo R$ 433,3 milhões. Serão feitas expansões no BH Shopping, em Belo Horizonte, que vai ganhar 11.015 metros quadrados de área bruta locável e outra no Park Shopping Barigui, em Curitiba, que terá uma nova área de 8.110 metros quadrados. Além disso, a empresa está construindo o Park Shopping São Caetano, com 300 mil metros quadrados e previsão de inauguração em 2011, o Jundiaí Shopping, com abertura no segundo semestre de 2012, e o Village Mall, no Rio, que só abrirá as portas também daqui a dois anos. Há ainda a construção da torre comercial da Barra Shopping Sul (RS), com inauguração em 2011.
      A empresa também investe na construção de condomínios. Só no Rio, foram construídos três empreendimentos de luxo na Barra da Tijuca, o Golden Green, em 1992, a Península Green, em 2002, e o Royal Green Península, em 2005. Porém, Perez diz que este não é o foco da Multiplan. "Menos de 20% do nosso investimento futuro será em moradias isoladas. O nosso foco continuará sendo os empreendimentos



terça-feira, maio 04, 2010

MERCADO IMOBILIÁRIO 2010: Lucro da Gafisa aumenta 76,5% no trimestre, para R$ 64,8 milhões

      Primeiro foi a Rossi que registrou lucros excelentes no primeiro trimestre de 2010, agora a Gafisa. Por isso o ano de 2010 será o ano de investir no econômico, o incorporador que acreditar vai pegar uma fatia também desde mercado. O lucro de 40% A 50% da Rossi, vem da Tenda espelialista em produto econômico (popular).

       Téo Takar- Valor Online - 04/05/2010 07:50
      SÃO PAULO - A Gafisa registrou lucro líquido de R$ 64,819 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 76,5% em relação aos R$ 36,733 milhões apurados em igual período de 2009. A receita líquida cresceu 67,5%, para R$ 907,585 milhões.
      O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 168,459 milhões, com alta de 119,8%. A margem Ebitda ajustado subiu de 14,1% no primeiro trimestre do ano passado para 18,6% no mesmo período de 2010.
      A companhia realizou lançamentos de R$ 703 milhões no trimestre, 339% a mais do que no primeiro trimestre de 2009. Foram lançados 26 projetos em 16 cidades. O segmento Gafisa respondeu por 44% dos lançamentos, a Tenda por 42% e a Alphaville, por 14%.
      A companhia informou ainda que mantém a previsão de registrar vendas contratadas entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões este ano, sendo de 40% a 45% de vendas oriundas do segmento popular, representado pela Tenda. A margem Ebitda, por sua vez, deve ficar entre 18,5% e 20,5% no ano.

domingo, maio 02, 2010

CONSTRUÇÃO: ANÁLISE DE CRÉDITO PARA FINACIAMENTO DA CASA PROPRIA.

       Para as Construtoras e todos os cidadãos que queiram realizar o sonho da casa própria, vale ficar atento, pois com estas medidas a Caixa Econômica Federal, visa acelerar processos. Esperamos que este modelo seja aplicado já no feirão do Riocentro, com Imóveis a partir de R$ 50 mil e sorteios de TVs de LED diariamente, serão algumas das novidades da sexta edição do Feirão da Casa Própria, que vai acontecer nos dias 20, 21, 22 e 23 de maio/2010, no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro. Serão ofertados aproximadamente 69.300 unidades entre usadas, na planta e em construção. Desse total, 35.900 estarão enquadradas no ‘Minha Casa, Minha Vida’. o evento contará com 80 construtoras. Também vão estar presentes o governo do estado, a Prefeitura do Rio e o Creci (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).
        Valor On-line - Daniela D'Ambrosio, de São Paulo - 30/04/2010.
       As construtoras irão desempenhar papel fundamental na concessão de crédito imobiliário - serão o braço direito da Caixa Econômica Federal. Para atender a demanda gerada pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, e evitar que o banco seja apontado como um entrave ao andamento do programa habitacional do governo, a Caixa irá transferir para as empresas todo o processo de a análise de crédito. O projeto está em fase de testes e a companhia escolhida para fazer o piloto foi à mineira MRV, construtora que mais repassou clientes à CEF em 2009: nove mil contratos.
      Pelo novo sistema, o objetivo é que a concessão do crédito seja feita em até sete dias. Meta ousada. Atualmente, costuma demorar entre 30 e 40 dias, dependendo do cliente. Hoje, todas as grandes construtoras atuam como correspondentes bancárias da Caixa e fazem, em média, 60% do trabalho.
      O processo será on-line e os ajustes de sistema começam a ser acertados. A empresa irá usar o mesmo sistema do banco na avaliação de crédito - e passam a ter acesso, inclusive, ao cadastro de pessoas físicas do Banco Central. Também será responsável pela análise de crédito dos trabalhadores com renda informal, um processo mais complexo que considera parâmetros históricos, renda presumível e movimentação bancária. Caberá à Caixa dar a palavra final e autorizar ou não a emissão do contrato.
       Para as construtoras, dominar a concessão do crédito faz toda a diferença porque acelera o processo de recebimento de dinheiro. Hoje, são comuns as empresas virarem o mês com a pendência de centenas de aprovações. O novo modelo diminui a necessidade de capital próprio e melhora o fluxo de caixa das empresas. No programa Minha Casa, Minha Vida, o dinheiro é repassado para as construtoras conforme o andamento da obra. E, quanto maior o número de mutuários repassados à Caixa, maior o volume de capital recebido.
       Procurada, a CEF confirmou que os correspondentes bancários assumirão a parte operacional dos processos habitacionais. "O novo modelo encontra-se em fase de teste, devendo entrar em pleno funcionamento depois

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