quarta-feira, janeiro 23, 2013

A IMPORTÂNCIA DA FUNÇÃO DE ESTADO: Adam Smith em 1776 - Economia não pode florescer sem confiança no governo!!!


     Repetindo o que coloquei em matéria abaixo “Dizem que cidades francas são grandes entraves para o crescimento de um país, e que cidades fortes são pré-requisitos para o crescimento de uma nação e para sua inserção global. Para construir cidades fortes  precisamos de instituições fortes, seja ela de governo ou da iniciativa privada, mas principalmente de governos, que pensam o mundo como um universo aberto e com visão de futuro, sem intervencionismo e protecionismo”. 
     Enquanto os governos não entenderem, que e de fundamental importância governar com função de estado, e pensar a política partidária, em paralelo, pois sem ela não se consegue chegar ao governo.

     Adam Smith, no Capítulo III de sua consagrada obra A Riqueza das Nações, 1776, declarou: "O comércio e a indústria  raramente podem florescer por muito tempo em um país que não tenha uma administração de justiça normal, no qual as pessoas não se sintam seguras na posse de suas propriedades, no qual a finalidade nos contratos não seja garantida por lei e no qual não se possa supor que a autoridade do Estado seja regularmente empregada para urgir o pagamento das dívidas por parte de todos aqueles que têm condições de pagar. Em suma, o comércio e a indústria raramente podem florescer em qualquer país em que não haja certo grau de confiança na justiça do governo.” Do Ex-Blog - Cesar Maia.

quinta-feira, janeiro 10, 2013

LIVROS! "O amor pelos livros"


Alguns jovens e adultos, com advento da internet, têm desprezado a leitura através dos livros. Sei que não da mais para viver sem a internet, mas e um erro enorme desprezar este tipo de leitura.
Os livros são excelentes fontes, e formas de entrarmos para o mundo do conhecimento, pois é através deles que adquirimos diversas informações, enriquece  nossos conhecimentos, além de exerce fundamental importância na vida do ser humano. Ler um um bom livro alivia até os estresses do dia a dia. 
(Fernando Tuesta - La Republica, 04)

1. Julio Ramón Ribeyro, em "O amor pelos livros", diferenciava o bom leitor do amante dos livros. Enquanto o primeiro se relacionava com os livros pragmaticamente, os utiliza e os esquece, o amante dos livros estabelece um relacionamento físico com eles. O livro não é um conjunto de páginas impressas, mas um corpo que não só tem que ser lido, mas cheirado, sentido, alinhado em uma estante e incorporado a esse patrimônio tão pessoal.
2. Considero-me nesse segundo grupo. Como recorda Ribeyro, quando um de nós compra um livro, o toca, vira as páginas, sente seu cheiro, muitas vezes não quer que seja embalado, coloca o seu nome e o encapa, pois deve ser bem cuidado e mostrar que tem dono. Os amantes de livros são, também, aqueles que colocam notas, destacam as linhas mais relevantes, que fazem com que seja um exemplar único. Essa relação de posse fica clara em sua recusa e horror em emprestar um livro. Mas da mesma forma, não gosta de pedir emprestado, pois essa relação física se perde.
3. Mas o que é mais necessário é ter espaço para eles. Ao passar de uma prateleira para uma estante, de uma estante para um conjunto delas, você acaba tendo uma biblioteca particular. Nem todos podem. Mas mesmo para aqueles que têm essa sorte, o problema não desaparece. Então você tem que tomar medidas drásticas, livrar-se de alguns livros. Como qualquer amputação, o resultado é doloroso. A verdade é que com o tempo, você percebe que alguns livros já não interessam ou que você não voltará a lê-los. Assim, de vez em quando, eu faço um repasse de livros. Agora eu me desprendo desses livros sem culpa. Eu os dôo a alguma biblioteca.

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