quarta-feira, fevereiro 17, 2010

CRESCIMENTO DO PIB: AMÉRICA LATINA ENTRE 2003 E 2008

      O Brasil se encontra no 14º lugar e tem uma carga tributária acima dos 35% do PIB, com esta carga tão alta deveria pensar mais na produção, no emprego, na redução dos gastos públicos, ao invés de pensar só no controle da inflação.
      1- Argentina 63,58%; 2- Panamá 57,19%; 3- Uruguai 51,87%; 4- Venezuela 50,89%%; 5- Peru 49,23%; 6- Costa Rica 41,31%; 7- Colômbia 38,71 7%; 8- República Dominicana 38,55%; 9- Honduras 38,37%; 10- Equador 34,02%; 11- Chile 32,59 %; 12- Paraguai 30,67%; 13- Bolívia 29,33%; 14- Brasil 26,44%; 15- Guatemala 26,24%; 16- Nicarágua 23,84%; 17- El Salvador 21,00% e18- México 19,35%.

domingo, fevereiro 07, 2010

EDUCAÇÃO PRECÁRIA: ASFIXIA DO CRESCIMENTO.

      O Brasil já provou que tem uma economia emergente, mas com uma carência muito grande de quadros qualificados para atender as demandas do mercado. Quanto mais a nossa economia cresce, mais percebemos esta carência.

      A rede de educação do município do Rio de Janeiro implantou na década de 90, em algumas escolas da rede, nas turmas da 5ª à 8ª série, um projeto muito interessante que recebeu o nome de “Educação pelo Trabalho”. Este projeto não tinha como objetivo formar técnicos, mas sim, propiciar aos jovens noções básicas que lhes possibilitassem o acesso ao mundo do trabalho. O aluno tinha a oportunidade de participar de oficinas, fora de seu horário regular de aulas, com vários tipos de temas, de acordo com o interesse de cada um, desenvolvendo habilidades específicas que lhes facilitavam à escolha de sua profissão. Este projeto trouxe bons resultados para os alunos e suas famílias, entretanto, não avançou em virtude da falta de recursos e da falta de visão de alguns gestores

      É necessária uma maior conscientização dos governos para buscarem alternativas inovadoras, como parcerias com a iniciativa privada, investidores dentro do país e fora do país, pois se houver investimentos em massa na qualidade das escolas, em treinamento de professores, salários atrativos, com a priorização do ensino básico, aí sim, vamos conseguir quebrar estas barreiras do crescimento e livrar o Brasil desta possível asfixia.

      Acredito que o FUNDEB (Fundo Nacional para a Educação Básica) já é um grande avanço, só precisamos aprimorar o sistema para reduzir as desigualdades de arrecadação em alguns estados do Brasil.

ADENIL COSTA



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