terça-feira, junho 15, 2010

EMPRESAS – Siderurgia: CSA Começa operar na 2ª quinzena de junho de 2010, em Santa Cruz/Rio.

        Em outubro de 2005, publiquei neste Blog matéria do D.O da PCRJ (28/05/2005).
        Hoje, realmente os números são animadores da economia da Zona Oeste do Rio (BANGU, CAMPO GRANDE e SANTA CRUZ) e são dignos de uma cidade grande. Os investimentos nesta região chegam á aproximadamente a R$ 12 bilhões e aproximadamente 20 mil empregos diretos criados nos últimos três anos, nós temos que comemorar.
         Vera Saavedra Durão e Francisco Góes, do Rio 14/06/2010
        Depois de cinco anos de obras marcadas por inúmeros contratempos, inclusive a crise financeira internacional, entra em operação, na sexta-feira, a ThyssenKruppCSA - Companhia Siderúrgica do Atlântico, instalada na região metropolitana do Rio de Janeiro. O complexo siderúrgico recebeu € 5,2 bilhões (US$ 6,6 bilhões), o que representou aumento de quase 80% em relação ao orçamento inicial de € 3 bilhões. O investimento é o maior já feito pelo grupo alemão no mundo, em sociedade com a Vale.
        Rodrigo Tostes, vice-presidente financeiro da CSA, informou que a primeira placa de aço deverá ser produzida entre julho e agosto. Nesta semana, está prevista a largada da primeira unidade produtiva, que é a de sinterização. O processo consiste na aglomeração do minério de ferro para posterior produção do ferro gusa nos dois altos fornos, com capacidade total de 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano.
        O primeiro alto-forno deverá entrar em operação entre o fim do mês e o início de julho. Na primeira etapa está prevista a produção de 2,5 milhões de toneladas de placas. Em princípio, o segundo alto-forno deve começar a funcionar em janeiro de 2011 com idêntica capacidade. O cronograma da CSA, segundo Tostes, prevê que a capacidade plena de produção seja atingida no segundo semestre de 2011. "A melhor estratégia para o grupo é que o segundo alto-forno entre em atividade nesta data."
        O empreendimento, no bairro de Santa Cruz, zona oeste do Rio, funciona de forma integrada recebendo minério de ferro fornecido pela Vale e importando carvão em terminal portuário próprio, por onde também serão exportadas as placas de aço. Conta ainda com uma coqueria com três baterias, sendo que a primeira delas entra em operação dentro de 50 dias, e com uma termelétrica de ciclo combinado com capacidade de 420 megawatt (MW).

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