terça-feira, março 30, 2010

MERCADO IMOBILIÁRIO: METAS DO PAC 2 FAZ CAIR AÇÕES DE CONSTRUTORAS

      O cidadão que ainda não adquiriu a sua casa própria dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, deve ficar muito atento, pois o subsidio que vai de R$ 2.000,00 ate R$ 23.000,00 para renda de 0 a 6 salários podera sofrerá mudanças, onde o foco de acordo com o PAC 2 será nas faixas salariais de 0 a 3 salários.
Valor online.
Daniele Camba, Danilo Fariello e Paulo de Tarso Lyra, de São Paulo e Brasília-30/03/2010
      O objetivo de construir 2 milhões de unidades ficou abaixo da expectativa. As construtoras esperavam até 3 milhões.
      O programa Minha Casa, Minha Vida 2, anunciado ontem pelo governo federal no âmbito do PAC 2, desagradou ao mercado. As ações de construtoras figuraram entre as maiores quedas da Bolsa de São Paulo e deram o tom negativo num dia em que o Índice Bovespa subiu 1,83%. Caíram os papéis de PDG - menos 4,65%, maior queda do Ibovespa -, Gafisa, MRV, Cyrela e Rossi.
     O mercado esperava que a segunda edição do programa trouxesse mudanças no modelo de liberação dos recursos por parte da Caixa Econômica Federal e metas mais ambiciosas. O objetivo de construir 2 milhões de unidades ficou abaixo da expectativa - as construtoras esperavam até 3 milhões. Além disso, 60% do total das novas unidades serão direcionados às famílias com renda de até três salários mínimos, sendo que na primeira versão do pacote essa fatia era de 40%.
      A nova versão do PAC reforçou o foco em investimentos sociais genéricos. Dos seis subgrupos, quatro visam a mudanças nos municípios ou mesmo em bairros. Foram incluídas as categorias "Cidade Melhor", "Água e Luz para Todos" e "Comunidade Cidadã". Este último tem previsão de R$ 23 bilhões e inclui Unidades de Pronto Atendimento, creches e até complexos esportivo-culturais.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

CRESCIMENTO DO PIB: AMÉRICA LATINA ENTRE 2003 E 2008

      O Brasil se encontra no 14º lugar e tem uma carga tributária acima dos 35% do PIB, com esta carga tão alta deveria pensar mais na produção, no emprego, na redução dos gastos públicos, ao invés de pensar só no controle da inflação.
      1- Argentina 63,58%; 2- Panamá 57,19%; 3- Uruguai 51,87%; 4- Venezuela 50,89%%; 5- Peru 49,23%; 6- Costa Rica 41,31%; 7- Colômbia 38,71 7%; 8- República Dominicana 38,55%; 9- Honduras 38,37%; 10- Equador 34,02%; 11- Chile 32,59 %; 12- Paraguai 30,67%; 13- Bolívia 29,33%; 14- Brasil 26,44%; 15- Guatemala 26,24%; 16- Nicarágua 23,84%; 17- El Salvador 21,00% e18- México 19,35%.

domingo, fevereiro 07, 2010

EDUCAÇÃO PRECÁRIA: ASFIXIA DO CRESCIMENTO.

      O Brasil já provou que tem uma economia emergente, mas com uma carência muito grande de quadros qualificados para atender as demandas do mercado. Quanto mais a nossa economia cresce, mais percebemos esta carência.

      A rede de educação do município do Rio de Janeiro implantou na década de 90, em algumas escolas da rede, nas turmas da 5ª à 8ª série, um projeto muito interessante que recebeu o nome de “Educação pelo Trabalho”. Este projeto não tinha como objetivo formar técnicos, mas sim, propiciar aos jovens noções básicas que lhes possibilitassem o acesso ao mundo do trabalho. O aluno tinha a oportunidade de participar de oficinas, fora de seu horário regular de aulas, com vários tipos de temas, de acordo com o interesse de cada um, desenvolvendo habilidades específicas que lhes facilitavam à escolha de sua profissão. Este projeto trouxe bons resultados para os alunos e suas famílias, entretanto, não avançou em virtude da falta de recursos e da falta de visão de alguns gestores

      É necessária uma maior conscientização dos governos para buscarem alternativas inovadoras, como parcerias com a iniciativa privada, investidores dentro do país e fora do país, pois se houver investimentos em massa na qualidade das escolas, em treinamento de professores, salários atrativos, com a priorização do ensino básico, aí sim, vamos conseguir quebrar estas barreiras do crescimento e livrar o Brasil desta possível asfixia.

      Acredito que o FUNDEB (Fundo Nacional para a Educação Básica) já é um grande avanço, só precisamos aprimorar o sistema para reduzir as desigualdades de arrecadação em alguns estados do Brasil.

ADENIL COSTA



sábado, janeiro 23, 2010

RIO – ZONA OESTE: INVESTIMENTOS DA THYSSENKRUPP, EM SANTA CRUZ SOBEM PARA 7,4 BILHÕES DE DÓLARES!

Uma informação de fundamental importância para região oeste da cidade do Rio. Se houver investimentos em infra-estruturar (Melhorias física e operacional das vias arteriais, moradia, escolas técnicas para qualificar jovens e adultos para atender a demanda com mão-de-obra qualifica e construção de novos equipamentos de saúde), ai si poderemos dizer que a correnteza do Rio chegará muito forte nesta região.
(Folha SP, 22)
A ThyssenKrupp, maior siderúrgica alemã, informou que seu conselho de administração elevou o investimento na CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), no Estado do Rio, para 5,2 bilhões de euros (US$ 7,39 bilhões), antes 4,7 bilhões de euros anteriores, o segundo aumento em cinco meses. A previsão da entrada em operação foi mantida para meados de 2010. Quando o plano de expansão surgiu em 2006, a CSA deveria custar 3 bilhões de euros, com capacidade anual de 5 milhões de toneladas de placas de aço.

quinta-feira, janeiro 14, 2010

IMÓVEIS: NOVO PISO SOBE RENDA DO “PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA”

O cidadão Carioca não deve perder esta oportunidade de adquirir o seu sonho que e, comprar um imóvel, dentro de um programa  que da um subsidio de R$ 2 mil a R$ 23 mil.
O Dia, Tamara Menezes, 10/jan/10.
Mais famílias vão poder realizar o sonho da casa própria. O aumento do valor do salário mínimo nacional este mês fez com que o teto da renda aceita no programa de subsídio e financiamento “Programa Minha Casa, Minha Vida” subisse também, de R$ 4.650 para R$ 5.100. Esse é o limite para quem pretende pegar empréstimo imobiliário na Caixa Econômica Federal. Quem teve a ficha negada pela renda pode voltar a se candidatar à compra do imóvel.

Em todo o País, a expectativa é que um milhão de moradias sejam comercializadas aproveitando os benefícios que incluem juros mais baixos, descontos. Só na capital do estado/RJ, há previsão de que 62.497 unidades serão construídas dentro do programa.

Com a novidade, passou de R$ 1.395 para R$ 1.530 o rendimento máximo das famílias que podem pleitear o valor total do subsídio (R$ 23 mil) e a isenção do seguro. Famílias que ganham até R$ 3.060 agora também poderão contar com o auxílio parcial e desconto no seguro. Quem recebe entre R$ 4.651 e R$ 5.100, que estava excluído, agora pode se inscrever.

"Com o aumento do teto para o "Programa Minha Casa, Minha Vida", mais pessoas vão ter acesso ao programa", destaca Fabio Mello, diretor da Estrutura Consultoria.

Deficientes e idosos têm prioridade

domingo, janeiro 03, 2010

ZONA OESTE DO RIO 2010: CRESCIMENTO ECONÔMICO


Há cerca de 50 anos atraz tínhamos aproximadamente 75% da população brasileira no campo, hoje, aproximadamente 80% vivem nas áreas urbanas, éramos naquela época aproximadamente 51 milhões de habitantes, hoje somos mais de 190 milhões. Já tínhamos uma pesada herança de nossa historia, uma divida social enorme. As graves questões econômicas e sociais acresceram os problemas ambientais e urbanísticos decorrentes, inclusive, por falta de políticas estratégicas de interiorização do desenvolvimento e apoio à agricultura familiar e a agropecuária.


A realidade nacional e, que não pavimentamos o caminho para o futuro para acolher os milhões de compatriotas que chegaram. Os grandes centros urbanos incharam, áreas de risco e de preservação foram ocupadas desordenadamente e os espaços públicos submergiram na onda de especulação imobiliária, dos interesses das empresas construtoras, ressalvadas, é claro a dignas exceções.


A Cidade do Rio de Janeiro continua sendo a vitrine do Brasil, nas importantes manifestações culturais, lutas sociais, política, impasses históricos e poder na cidade maravilhosa. Mas á opção do crescimento do Rio esta na Zona Oeste, a correnteza do Rio corre para a nossa região. Com a implantação da nova fábrica da MICHELIN, em Campo Grande, investimentos aproximados de CR$ 460 milhões; CSA - Companhia Siderúrgica do Atlântico (Joint Venture da Companhia Vale do Rio Doce com a THYSSENKRUPP METALURGICA da Alemanha), investimentos na ordem de CR$ 10 bilhões, na construção de um dos maiores parques siderúrgicos do Estado do Rio e do Brasil, que vai ser fundamental para a fomentação do setor industrial brasileiro (siderurgia, coqueria, porto e termoelétrica), ampliação do West Shopping e a implantação da 6ª Loja da MAKRO ATACADISTA.


Com a perspectiva do desenvolvimento econômico na região da Zona Oeste, e da Costa Verde, com á ampliação da utilização do Porto de Itaguaí, e os grandes investimentos imobiliários que chegaram a partir de 2007.
Precisamos ter todos os cuidados na melhoria de infra-estrutura viária e na fase inicial de implantação das novas fábricas, das novas unidades habitacionais. Com essa estratégia vamos tentar evitar a criação de favelas operarias, no entorno das zonas industriais, e fazer com que esse crescimento da região seja ordenado, prospero e que venha a melhorar ainda, mas a qualidade de vida dos moradores da Zona Oeste do Rio.



ADENIL MOREIRA DA COSTA

quarta-feira, dezembro 30, 2009

HABTAÇÃO E TRANSPORTE: E OS RAMAIS DE TREM DE SANTA CRUZ E ITAGUAÍ?


Quando Subprefeito da Zona Oeste do Rio (2001 a 2006), discutimos exaustivamente este assunto “Macrofunção Desenvolvimento Urbano” e Supervia. A prioridade era viabilizar o retorno da estação do Matadouro para atender Sepetiba, Nova Sepetiba e o ramal para Itaguaí para atender o Distrito Industrial de Santa Cruz.
Trechos materia do Ex­-Blog César Maia de 24/12/091.
As questões da Habitação e do Transporte são associadas. O engarrafamento de hoje é a imprevisão dos vetores de expansão urbana de ontem. A favelização de ontem, é resultante -anteontem- da atração do mercado de trabalho em certas regiões, sem transporte de massa, das regiões onde vivem os trabalhadores.
2. Santa Cruz, com seu distrito industrial, a duplicação da Michelin e o megainvestimento da Thyssen (CSA) de 10 bilhões de reais (siderurgia, coqueria, porto e termoelétrica) continuará atraindo trabalhadores. Estes vão morar onde? Favelizando o entorno? Um ramal dos trens para o distrito industrial de Santa Cruz e entorno permite os trabalhadores que moram nas zonas oeste e norte serem empregados sem precisar deslocar suas famílias.
3. O Porto de Sepetiba-Itaguaí é área de forte expansão econômica. As empresas imobiliárias já começam a planejar os investimentos que a atendam. A preocupação delas é com os profissionais e executivos que trabalharão lá. Da mesma forma os governos em relação à Santa Cruz. Com isso, o que se pensa -e deve ser pensado- é a melhoria da ligação pela Avenida D. João VI (antigo trecho da Avenida das Américas depois da serra) e pelo Túnel da Grota - Funda.
4. E os trabalhadores? Eles não moram nem vão morar na Barra da Tijuca e nem têm carro para deslocamento ou ônibus fretado. Os investimentos prioritários e organizadores da ocupação do solo e da fluidez do tráfego em direção a mais importante região industrial -diversificada- do Estado são os ramais de Santa Cruz e de Itaguaí. O que se espera é que venham logo e antecipem racionalizando e qualificando a ocupação crescente daquela região pariada de Santa Cruz - Itaguaí.