terça-feira, outubro 07, 2014

BRASIL: O CENÁRIO POLITICO - DIREITA e ESQUERDA

Agora mas que nunca precisamos abrir o debate e os olhos dos eleitores brasileiros! Não um debate imbecil que vise identificar ações de partidos de direita ou de esquerda, mas um debate que tenha o objetivo de  identificar uma postura transformadora, coerente com um Estado Democrático de Direito, que ajude o cidadão eleitor a identificar a  postura coerente do  indivíduo candidato  perante o Estado que deseja representar. Não basta ouvir discursos vazios, mas sim observar a prática do que se diz.
Comecei minha vida política no ano de 1982, militando no Partido dos Trabalhadores,  com Lisânias Maciel. A partir de 1989 saí do PT, por questões particulares, e passei a trabalhar politicamente com pessoas e idéias, deixando as ideologias partidárias para outro momento.
Trabalhei por 16 anos numa empresa multinacional, ocupei alguns cargos de confiança, por indicação política, como Subprefeito da Zona Oeste do Rio, do ano de 2001 até 2006; gestor na Prefeitura/Rio luz, período em  que  ajudei a implantar diversos programas sociais, além de contribuir no processo de tomada de decisão do poder central da Prefeitura do Rio.
Nesta caminhada junto ao Poder Executivo, pude observar que os programas sociais implantados nos governos de direita eram sempre criticados pelos partidos de esquerda, não importava o quanto de benefício trazia para a população. Não se tratava de um debate construtivo com a finalidade de melhorar os programas já implantados, mas sim de fazer oposição por oposição. Postura esta que se observa em larga escala em nosso país.
 A idéia aqui não é apresentar uma critica destrutiva ao PT, que se encontra no poder, mas sim mostrar que a postura dos petistas precisa mudar, a prática partidária tem que estar em consonância com a ideologia partidária, é necessário mudar  o rumo da história esquerdista no país e pavimentar melhor o caminho para o futuro. ADENIL COSTA.
MESA REDONDA - O PADRÃO DA POLITICA BRASILEIRA - Globo News Painel do dia 28/12/13.
PARTICIPANTES: William Vaack, Bolívar Lamounier (Sociólogo), Luiz Felipe Condé (profº PUC/SP), Reinaldo Azevedo (Jornalista Revista Veja).
Vejam abaixo, o que acham sobre o tema. Fiz um resumo generalizado da fala deles, porem penso que deveria ter outro convidado com ideia, mas esquerdista para acalorar o debate:
“Ser da esquerda é legal, principalmente nos jantares inteligentes dos  super-cabeças, onde grande parte de representantes da vida acadêmica do país, com a ajuda de alguns setores da mídia e partidos políticos de esquerda, de certa forma conseguiu construir no Brasil, uma visão muito interessante a partir da ditadura militar. Conseguiram colar na ditadura a imagem de que os partidos de  direita são a favor do capitalismo selvagem, são contra a liberdade de imprensa,  entre outras e,  portanto,  se o indivíduo é identificado como partidário da direita no Brasil,  a sociedade passa a vê-lo como adepto  da tortura  e  matador de  gente inocente.
A esquerda conseguiu, ainda, através de uma operação de marketing maravilhosa, vender a imagem de que os partidários de esquerda foram para guerrilha, para luta armada, sofreram, além de conseguirem passar a idéia de que lutavam pela liberdade.  Essa é a grande mentira da esquerda brasileira! A comissão da verdade deveria trazer o assunto à tona, pois não existiu esta  luta pela liberdade.
A esquerda criou, de alguma forma, o monopólio da virtude e colou a sua legenda. Hoje,  ser da esquerda significa  defender a liberação das drogas, casamento gay e defender necessariamente o aborto, pois todas essas idéias são consideradas generosas. Não se vê esquerdista defendendo a economia planificada.  Intervenção estatal, sim (será que o empresariado é de direita?).  No Brasil não existe uma divergência no debate, pois na cabeça das pessoas de esquerda, esquerdista é aquele que luta com toda força pela justiça social, e  direita é a força que luta pelo conservadorismo, pela manutenção da injustiça social. Não importa se os grandes programas sociais nacionais se iniciaram em governo da direita.
Numa sociedade democrática, o conservador protege as instituições sociais e garante a democracia, sem solapar os direitos e garantias democráticas de alguns para beneficiar outros e  fazer a dita  justiça social. A esquerda entende que solapando as instituições consegue fazer justiça no Brasil, e que isto é positivo.
No Brasil houve uma espécie de marketing, no qual parte dos atores,  intelectuais, seja da mídia, imprensa ou da academia, conseguiu colar a imagem de que os indivíduos da esquerda são do bem. Dá a impressão de que está tudo dominado.  Para quem está na academia ou na universidade,  está claro que existe uma oposição de esquerda e de direita, não conceitualmente bem elaborada, mas a realidade nunca é conceitualmente bem elaborada.
Esta oposição aparece quando se tem cerceamento, agressão intelectual, onde se tem que ter muito cuidado com o que se fala. Tem que se ter prova de pureza ideológica (aborto, casamento gay, e outras). Sou a favor da justiça social, mas os esquerdistas esquecem que justiça social é produzir empregos, quando o cidadão não está satisfeito com seu emprego,  procura outro, em outro lugar. Justiça social não é o Estado administrar recursos criando impostos e taxas e se metendo na economia o tempo todo.
Interessante é observar que os universitários brasileiros praticamente só lêem Karl Marx, Rousseau e Bourdieu, os professores quase não orientam os alunos a lerem outros autores, existe uma especie de contenção, que a meu ver, pode ser considerado uma censura.
A baixa qualidade dos que se dizem marxistas, ao usar as ferramentas da escola de pensamento marxista para tentar interpretar a realidade e muito claro, acho que uma das analise, mas rastaquera, mais imbecil que estabelece ligações imediatas entre pertencer uma classe social, e defender uma ideia qualquer.
 Se você quer entender a politica no Brasil, na sociedade moderna, os principais pontos a serem observados são  os valores, as  ideias, as organizações e instituições.
 Os partidos de esquerda no Brasil não servem as suas próprias ideologias, eles é que se servem da ideologia. Como exemplo pode-se citar o PT, que se diz socialista (tá no programa partidário), sendo que o socialismo abomina o paternalismo e o PT age  absolutamente de forma paternalista. Não investe em educação, grande alavanca  que pode transformar a sociedade, mas investe em bolsa família, sem estabelecer portas de saída do programa, deixando as famílias sem a possibilidade de ascender socialmente, como deve ser o objetivo de qualquer programa social que vise a justiça social.
As pessoas que se identificam com a esquerda normalmente se acham superiores.  Se em um debate com uma pessoa de esquerda se fizer uma critica razoavelmente fundamentada, esta  entra em crise e se  justifica dizendo-se á favor das liberdades etc. Esta pode ser uma das definições contemporâneas mais recentes, a  esquerda se acha naturalmente superior.
Por que a classe empresarial se diz de centro esquerda? Por que usufruem dos recursos do BNDES? A resposta é clara, um estado paternalista, estado patrão,  gera um empresariado bastante servil (o PT ainda se vê como partido único, ele tem uma concepção evolucionista da sociedade).
Vale perguntar por que não se tem um partido de direita no Brasil? Talvez seja porque temos uma máquina estatal  que tenta manter o setor privado fraco e, em contrapartida,  o setor privado simbioticamente tem gostado muito desta ideia,  já que tem interesse nos negócios do Estado  e  é legal ter acesso ao BNDES, CAIXA ECONÔMICA e BANCO DO BRASIL, sem ter que trabalhar para criar um partido.
Em um sistema político com mais de 30 partidos, que asseguram as oportunidades de entrada no sistema, não há, na verdade, nos setores econômicos ou político, discernimento suficiente que os faça fundar um partido com identidade real e sério. Está faltando visão de futuro na classe empresarial e na classe política realmente séria.
O PT continua sendo ideologicamente inconsistente. Boa parte dos partidos socialistas que se instalou no poder de fato, praticou corrupção. Quando há casos de corrupção não significa que o partido não esteja ideologicamente orientado, a corrupção é sempre  justificada se servir à causa. Um exemplo é o mensalão, os petistas mais radicais dizem que os condenados e presos são presos políticos, pois eles estão servindo a causa, portanto, é uma corrupção ideologicamente evocada. Os petistas radicais fizeram manifestos pedindo que os condenados fossem soltos, a anulação da condenação. Eles têm a ideia de que estão construindo uma nova sociedade, assim,  são chamados heróis do povo brasileiro. É uma grande desfaçatez!
O problema é que no Brasil se exclui a possibilidade de se fazer um grupamento para discutir ideias, pois o país marcha certamente para um processo esquerdista. Nas universidades é impossível para alunos que se identificam com pensamento liberal (no sentido europeu), terem um espaço para o debate, não conseguem  entrar nas grandes universidades, não conseguem fazer pesquisas,  são mal recebidos nos espaços. Se avaliarmos centros culturais financiados por bancos, a grosso modo,  só financiam pesquisas de esquerda, intelectual de esquerda, manifestações de esquerda.  Nunca se tem dinheiro para pesquisas identificadas com pensamentos ditos liberais, não se tem dinheiro, não se tem espaço, não se tem institucionalização, portanto, o empresariado investe na esquerda e, quando se fala na constituição,  fica claro que a esquerda sempre coloca a culpa nos outros.
Entre o esquerdista suave e o de extrema esquerda, existe uma questão de grau. Entre a direita liberal e a direita fascista, a diferença é a decência. Quem é  da direita liberal defende um regime que se estabelece por meio de eleições e por meio de partidos, por meio de instituições e defende o individuo. A direita fascista significa o poder do Estado contra o cidadão.
Na realidade estamos vivendo uma guerra cultural. A esquerda não tolera diferenças, apesar de falar nelas o tempo todo quando gritam, seja em qual mídia for, contra a guinada da direita e por que aparece um grupo muito pequeno que não tem medo profissional, medo de ser difamado e tem repertório.
O que caracteriza você ser de uma maioria é que na maioria das vezes não precisa ler, estudar, é só pertencer a um grupo e sair gritando. É nesta situação que a moçada começa a levar pau. Quando a minoria como pessoas que não se identifica com a esquerda no mundo cultural, como é no Brasil (o mundo dos agentes culturais), se não se identifica com essa maioria, como toda minoria que esta no conflito, você tem que se preparar e acaba estudando mais, e ai tem o problema na hora do debate, fica difícil quando você e uma maioria paquidérmica enfrentar quem esta preparada.
Os sinais de comportamentos eleitorais, ideologias e doutrinas políticas,  numa discussão mais ampla,  no Brasil há diferença entre os que são liberais e os ante-liberais, onde sabemos que os ante liberais não são a favor da democracia.  A esquerda está numa guerra ideológica e a direita precisa fazer a dela. O importante é que temos que ser contra. No plano das lideranças, das universidades, do clero etc., nós começamos a clarear, e dai em diante o que vamos dizer para esta classe média ascendente, que dizem estar em torno de 50% da população brasileira. Vamos dizer a eles que não devem confiar no mérito? Que eles têm que esperar que os partidos digam que tipo de  emprego vão ter, na base do clientelismo, que não devem acreditar na sua capacidade. O individuo não pode abdicar de sua capacidade, e por isso vamos precisar falar de forma clara, através de boas lideranças. Precisamos mudar este eixo de discussão.
Precisamos abrir o debate e os olhos dos eleitores no Brasil, não o debate imbecil de direita ou de esquerda, mas o debate entre postura de fundamentos do individuo perante o Estado.
No Brasil, ser revolucionário no sentido de trazer alguma coisa de importante, é ser liberal. Pesquisa do Datafolha, recentemente, identificou que a maioria dos brasileiros se identifica com posições conservadoras. Em janeiro de 2012, o Ministro Gilberto de Carvalho disse que o PT precisava disputar com os evangélicos a nova classe média,  dita classe C, onde os valores da população são valores conservadores. O Gilberto que é um petista identificou isso.
O problema é que os partidos de oposição no Brasil morrem de medo do povo.
Como dizia Margaret Thatcher: “grama que a esquerda pisou, não cresce nunca mais”.



sábado, outubro 04, 2014

POLITICA: A NOSSA VIDA E FEITA DE ESCOLHAS

   É muito complicado vir a público falar de política, pois a maior parte da sociedade brasileira  não quer sequer falar no tema, entretanto não dá para ser omisso neste momento, pois estaremos arriscando o futuro de nossa Nação e do nosso Estado do Rio.
    Sabemos que é difícil votar acertadamente, que é mais fácil anular o voto, entretanto, esta atitude  não resolverá  os graves problemas que estamos vivendo e, ainda, deixamos que o poder acabe sempre ficando em mãos erradas. Precisamos conhecer  a vida pregressa dos candidatos, sua origem, valores que defendem,  conhecer seu passado e sua história.
    Estamos vivendo uma grave crise nacional: corrupção, desvio e mal uso de verba pública, licitações públicas fraudulentas, obras eternas, falta de investimento no setor produtivo nacional, na educação e saúde (desvios constante de verbas);  infração em crescimento incontrolável (escondido pelos índices mentirosos), além da grave falta de segurança que nos impede até de sair de casa e que deixa nossas fronteiras abertas para traficantes e bandidos irem e  virem, sem qualquer obstáculo.
  Tivemos um governo federal firme, que controlou a infração, implantou o Fundo de Educação/FUNDEF (que possibilitou o piso salarial nacional para os professores),   implantou programas sociais como o Programa Saúde da Família,  Programa Bolsa Família, Programas de desenvolvimento da Agricultura Familiar;  quebrou o monopólio das patentes de remédios e criou os remédios genéricos; implantou o benefício da prestação continuada para idosos e deficientes; reativou os serviços da EMBRAPA, ajudando a milhares de agricultores; informatizou a administração pública federal; trouxe grandes investimentos do exterior (confiança internacional), entre outras ações de elevado relevo social e de desenvolvimento econômico.
    O país quis ousar e colocou Lula e Dilma no governo e, qual o resultado? Enquanto eles lucraram com as políticas públicas implantadas pelo Governo Fernando Henrique, colhendo os louros das políticas bem sucedidas, estava tudo bem, tudo era festa! Quando foi necessário manter  estas  mesmas políticas e implementar políticas públicas de  desenvolvimento econômico, só tivemos  falcatruas, falácias e manipulação dos dados financeiros, sem falar no escândalo da Petrobrás!
    Devemos refletir sobre nossas escolhas: AÉCIO (45) - grupo político de Fernando Henrique -  ou MARINA  - oriunda do PT de Lula; PEZÃO (15) - 30 anos na política e nenhum escândalo ou GAROTINHO – com processos por improbidade administrativa, uso indevido de verba pública, entre outras;  CÉSAR MAIA (255) - atuante deputado federal, secretário estadual de fazenda competente e criterioso, gestor admirável  nos três mandatos à frente da Prefeitura do Rio, realizando  programas de urbanização e regularização fundiária (Favela Bairro, Rio-Cidade, Bairrinho, Rio-Comunidade, urbanização e modernização da orla do Rio);   implantação do Programa Saúde da Família e do Bolsa Família no Rio; criação de centros de referência para deficientes, dependentes químicos e idosos; transferência das creches municipais para a Secretaria Municipal de Educação; criação de programas de geração de trabalho e renda nas comunidades mais carentes e nas comunidades urbanizadas; valorização do servidor público municipal (planos de saúde, gratificação para compra de livros, ½ entrada para professores e idosos nos eventos culturais e de lazer, capacitação permanente de professores, financiamento com baixos juros para a compra da casa própria, implantação de programas  interdisciplinares na educação com os programas Dente-Escola e Saúde do Escolar; distribuição de órteses e próteses para crianças e adultos); implantação da Secretaria de Prevenção à Dependência Química  e do Idoso, com o desenvolvimento de ações de resgate social; implantação do programa federal de habitação popular PAR(Programa de Arrendamento Residencial) no Rio com a construção de vários condomínios em várias áreas da cidade. Estadista com conhecimento, experiência e capacidade para legislar -  ou  RÓMARIO (ex-jogador de futebol, deputado federal há quatro anos - quais as lutas travadas?)
    Vamos pensar bem nas nossas escolhas e fazer a diferença na política brasileira, só assim  conseguiremos ter o  Brasil e o estado do Rio de Janeiro que merecemos.

                                                     

quarta-feira, junho 25, 2014

RIO DE JANEIRO/BR: OLIMPIADAS DE 2016. O SALTO DE UMA CIDADE.

Senhores (as);
Vale assistir o vídeo: http://youtu.be/cAqTA9eLcho.
O salto de uma cidade!
O Rio de Janeiro, e uma cidade que produz zunidos vibrantes, e uma cidade exclusivamente que gera formas significantes na sociedade. E, portanto, tem condições especiais na realização dos valores da liberdade, da igualdade, de fraternidade e de sociedade, além de produzir o estimulo intelectual. 
O Rio produz inteligência declarando-se distinta em comercio, em serviços e arte, em cultura e recursos, em limites e heranças, em clima e geografia, em sua identidade.
E uma cidade que planeja, que constrói, atraí novos negócios e determina sua identidade comunitária, onde tudo trabalha para criar a própria vibração e zunido e sua corrente e voltagem. Alem das belezas naturais.

segunda-feira, junho 23, 2014

POLITICA NO RIO: CESAR MAIA (DEM/RJ) SERÁ CANDIDATO AO SENADO COM APOIO DO PMDB/RJ.

A politica é uma arte (“É a arte do possível - Kunst des Möglichen”) é, o que decide as coisas no mundo, seja para o bem ou para o mal. 
O DEM e o PMDB/RJ se juntam numa coligação que foi decidida no momento, em que PT e o PSB se juntaram no Rio/RJ.
Do G1Rio – Cristiane Cardoso – 23/06/14
“O ex-prefeito do Rio César Maia (DEM) será candidato ao Senado com o apoio do PMDB, na chapa de Luiz Fernando Pezão, deixando o Ex-governador do Rio Sérgio Cabral de fora. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (23/06), pelo presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, em coletiva no Centro da cidade”.
Segundo César Maia, a decisão busca uma aliança no estado do Rio de Janeiro para apoiar a candidatura de Aécio Neves à presidência.
É um processo que vem de meses. Desde depois do carnaval o senador Aécio Neves vem discutindo a questão nacional e do Rio de Janeiro”.



AS RAZÕES QUE LEVARAM O DEMOCRATAS A LANÇAR CANDIDATURA AO SENADO!         
Normalmente, hoje, ponto facultativo, não haveria edição do Ex-Blog. Mas pela importância das decisões tomadas sob a coordenação do pré-candidato Aécio Neves, se torna público aqui, no mesmo momento da Coletiva de Imprensa que ocorre agora, as razões da candidatura do Democratas ao Senado.
                                      * * *
OS 5 VETORES DE CONVERGÊNCIA! 
1. NACIONAL:  Coligação PSDB-DEM em torno do AÉCIO.
2. REGIONAL: PT e PSB se coligaram, o que recolocou a questão local sob foco nacional.
3. REPRESENTAÇÃO: Pezão apresentou os projetos de lei de reajuste de várias categorias de servidores, convergindo para uma prioridade do DEM.
4. PERFIL MAJORITÁRIO: Pezão tem perfil municipal e aglutinador. A taxa de troca nas pesquisas é entre os dois.
5. INSTITUCIONAL: O Senador representa seu Estado suprapartidariamente. As posições dos senadores da coligação em suas atribuições constitucionais serão as mesmas.

terça-feira, junho 17, 2014

RIO DE JANEIRO/RJ/BRASIL: A CIDADE DAS CIDADES (CIDADE MERCADORIAs).

Nos últimos anos, a Cidade do Rio de Janeiro passou a ser uma das principais cidades a liderar, no Brasil, a valorização dos imóveis. Esta onda de valorização urbana está relacionada a alguns fatores, tais como o estrutural, o déficit habitacional e também a falta de espaços urbanos com estrutura disponível para construção. Tudo isto associado aos megaeventos que foram sediados na cidade, como os jogos Pan-Americanos de 2007, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente / RIO + 20 (Desenvolvimento Sustentável), que aconteceu em junho de 2012, onde recebeu aproximadamente, 100 Chefes de Estados; Encontro Mundial da Juventude Católica, em 2013; a Copa das Confederações, em 2013, que deixaram um legado e preparam a cidade para novas conquistas.
Além disto, o Rio recebendo a Copa do Mundo (FIFA), em junho 2014, e receberá as Olimpíadas em 2016.
Vale ressaltar, que houve um aumento considerável na renda dos consumidores, ampliação na divulgação dos programas habitacionais e a facilidade para obtenção de crédito para compra da moradia.
A partir da década de 90 houve uma melhor percepção dos gestores públicos sobre a necessidade de se promover o desenvolvimento ENDÓGENO na cidade, e isto gerou avanço para vários pontos da Cidade do Rio/RJ/Brasil. Para que se alcançasse esse avanço, foi necessário criar um plano estratégico para cidade, que foi discutido com os diversos segmentos da sociedade civil organizada, coordenado pelo governo municipal. Para o desenvolvimento do plano participaram, aproximadamente, 750 pessoas e instituições da sociedade civil organizada, onde as decisões foram tomadas com a participação do governo, do setor de negócios e da sociedade em geral.
A finalidade do plano era transformar a Cidade do Rio de Janeiro em uma grande metrópole, com crescente qualidade de vida, empreendedora e competitiva, com capacidade para ser um centro de pensamento e geração de negócios para o país e sua conexão privilegiada com o exterior. A ideia é valorizar os espaços públicos (centros de bairros, áreas com potencial para polos gastronômicos, polo de automóveis, expansão do mercado imobiliário, polo tecnologicos etc.), para atender a demanda do mercado, chamando a iniciativa privada para esta grande parceria, pois a função do governo é a articulação social e a dos empresários é de gerar trabalho e renda na cidade, isto onde eles entenderem que exista potencial para investimento e para crescimento. Podemos dizer que este plano, de iniciativa do governo municipal, foi bem aceito pela iniciativa privada.
Para minimizar o engessamento do crescimento de várias áreas da cidade foram criados vários PEU’s (Plano de Estruturação Urbana), planejando melhor o desenvolvimento da cidade, definindo gabaritos para os prédios, áreas industriais, comerciais, residências e de proteção ambiental entre outras melhorias. Isto ajudou substancialmente o desenvolvimento ordenado e o crescimento de vários bairros da cidade.
Em 2011, tivemos a revisão do Plano Diretor da cidade do Rio, através da Lei Complementar n.º 111 de 1º de fevereiro de 2011. Que dispõe sobre a Política Urbana e Ambiental do Município, institui o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável do Município do Rio de Janeiro e dá outras providências.
            Em 2015 precisamos revisar aprovar os instrumentos do Plano Diretor, Leis específicas que estabelece normas gerais e de detalhamento do planejamento urbano da nossa cidade, relativas às seguintes matérias, observadas as diretrizes fixadas nas Leis complementares (instrumentos do plano) como: A LOUS (Lei de Uso e Ocupação do Solo); LPS (Lei de Parcelamento do Solo); COE (Código Obras e Edificações) e a CLF (Código de Licenciamento e Fiscalização). 
Estas medidas serão acompanhadas da valorização dos espaços públicos, dando ao Rio uma colocação importante no cenário econômico nacional e internacional.
Em fim, esta e uma cidade que produz zunidos vibrantes, e uma cidade exclusivamente que gera formas significantes na sociedade. E, portanto, tem condições especiais na realização dos valores da liberdade, da igualdade, de fraternidade e de sociedade, além de produzir o estimulo intelectual. O Rio produz inteligência declarando-se distinta em comercio, em serviços e arte, em cultura e recursos, em limites e heranças, em clima e geografia, em sua identidade.
E uma cidade que planeja, que constrói, atraí novos negócios e determina sua identidade comunitária, onde tudo trabalha para criar a própria vibração e zunido e sua corrente e voltagem.
Não podemos esquecer-nos do fato de que por mais que se invista na questão estrutural da cidade (Transoeste, Transolimpica, Transcarioca, Transbrasil duplicação das vias arteriais, construção de viadutos, de túneis, melhorias físicas e operacionais no trânsito), vamos sempre ter dificuldade na mobilidade das pessoas, pois além do “boom imobiliário” (que não considero especulação, e sim, consequência do déficit habitacional), por ser o Rio, uma Cidade Maravilhosa, com tantas belezas naturais, tem atraído pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo.
Como exemplo de crescimento endógeno, está o bairro de Campo Grande, pois a partir de 2008, com a vinda de grandes empresas do ramo da construção civil para região, teve um grande aquecimento na área imobiliária, tendo em 2012, aproximadamente, 15 mil unidades habitacionais e comerciais sendo entregues, aumentando a população em torno de 60 mil pessoas e mais gente ainda chegando ao bairro. Com a inauguração do novo Shopping da Estrada do Monteiro, somados aos dois que já funcionam no bairro, vamos ter um fluxo muito grande de pessoas.
Campo Grande/Rio, sem dúvida, é um dos melhores bairros para se investir. Venham crescer com a gente!!!



domingo, junho 08, 2014

MERCADO IMOBILIÁRIO NO BRASIL : DADOS 2013

Baseado no relatório feito pela  VIVA REAL, com objetivo de apresentar dados sobre mercado imobiliário, em 2013. O relato mostra o contexto da macroeconomia brasileira, e deu o norte para avaliar o estado do mercado imobiliário no Brasil, nas maiores cidades do país. Segue alguns slides sobre mercado no Rio de Janeiro. Caso tenha interesse em ver outras regiões do país, vale entrar no site: www.vivareal.com.br/dmi.












sábado, maio 03, 2014

DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL - PLANO DIRETOR

    Temos que pensar e planejar a cidade que queremos para nós hoje, mas, sobretudo, temos que pensar qual a cidade que queremos para nossos filhos, netos e bisnetos no futuro. O maior desafio é implantar nas cidades e no país a lógica da vida.
   Participei das audiências públicas do PLANO DIRETOR DA CIDADE DO RIO, aprovado em 2011. O plano definiu, 02 anos para que á Câmara de Vereadores do Rio votasse e elaborasse legislação vinculada. 
   Leis específicas que estabelece normas gerais e de detalhamento do planejamento urbano da nossa cidade relativas às seguintes matérias, observadas as diretrizes fixadas nas Leis complementares (instrumentos do plano) como: A LOUS (Lei de Uso e Ocupação do Solo); LPS (Lei de Parcelamento do Solo); COE (Código Obras e Edificações) e a CLF (Código de Licenciamento e Fiscalização). 
  Os encontros teve como objetivo á discussão do planejamento do desenvolvimento da cidade e de suas Macrozonas. O nosso grupo deu atenção especial, para Bangu, Campo Grande (Bairro matriz), Santa Cruz e Guaratiba), para promover a justa distribuição espacial da população e das atividades econômicas, social e ambiental.
   Precisamos cobrar o término da construção do PEU, de Guaratiba (Pedra, Ilha de Guaratiba e Barra de Guaratiba), e o sua aprovação pela Câmara de Vereadores do Rio, e á revisão do PEU de Campo Grande, que já se faz necessário.
   A Constituição Federal Brasileira de 1988 passou a tratar da questão urbana, inaugurando assim, uma nova ordem jurídico-urbanística no Brasil. Fundamentada no principio da função social da propriedade e da cidade, essa nova ordem, que foi complementada em 2001, com a criação do Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257), pretendeu garantir “o direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito de todos à terra urbana, à moradia, ao saneamento básico e ambiental, infraestrutura urbana, ao transporte (o maior problema das grandes metrópoles), acesso aos serviços públicos, para as presentes e futuras gerações do nosso país”.
   Com base nesses instrumentos jurídicos - administrativos ou urbanísticos, incorporados por essa nova legislação, passa a ter caráter obrigatório a elaboração de PLANOS DIRETORES para as cidades com número de habitantes acima de 20 mil, as integrantes de Regiões Metropolitanas e aglomerações urbanas que não possuem Planos Diretores, aprovados na data do início da vigência da presente Lei (10/10/2001), que deveriam aprová-lo no prazo de cinco anos (10/10/2006). A este mesmo prazo estava condicionados os municípios que já possuem Planos Diretores aprovados, mas que não atendem aos requisitos legais previstos na nova Lei.
   O não cumprimento dessas exigências Constitucionais (art. 182) e do Estatuto da Cidade (art. 40 e 42), que prevê sansões, podendo incorrer em improbidade administrativa, que é regulamentada por lei federal específica nº 8.429/1992. Acarreta as seguintes sanções políticas, civis e administrativas: suspensão dos direitos políticos; perda da função pública; indisponibilidade dos bens; ressarcimento ao erário público; Proibição de contratar com o Poder Público e receber incentivos fiscais, estando o Prefeito sujeito até a perda de mandato, se configurar infração político-administrativa ou crime de responsabilidade. 
   O Estatuto da Cidade é um guia que propõe auxiliar a todos que deparem com desafios, no sentido de obter cidades mais equitativas, sustentáveis, que priorizem a gestão democrática, a regularização democrática, a obrigação de parcelar ou construir, a tributação (IPTU) progressiva, as operações urbanas consorciadas, entre outras. Os governos e a sociedade devem adotar estratégias para esse enfrentamento do processo de desqualificação do ambiente urbano, presente em todas as grandes metrópoles.
   Dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, 60 teria que ter feito o Plano Diretor, até outubro de 2006, conforme determina o Estatuto da Cidade.

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