segunda-feira, junho 23, 2014

POLITICA NO RIO: CESAR MAIA (DEM/RJ) SERÁ CANDIDATO AO SENADO COM APOIO DO PMDB/RJ.

A politica é uma arte (“É a arte do possível - Kunst des Möglichen”) é, o que decide as coisas no mundo, seja para o bem ou para o mal. 
O DEM e o PMDB/RJ se juntam numa coligação que foi decidida no momento, em que PT e o PSB se juntaram no Rio/RJ.
Do G1Rio – Cristiane Cardoso – 23/06/14
“O ex-prefeito do Rio César Maia (DEM) será candidato ao Senado com o apoio do PMDB, na chapa de Luiz Fernando Pezão, deixando o Ex-governador do Rio Sérgio Cabral de fora. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (23/06), pelo presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, em coletiva no Centro da cidade”.
Segundo César Maia, a decisão busca uma aliança no estado do Rio de Janeiro para apoiar a candidatura de Aécio Neves à presidência.
É um processo que vem de meses. Desde depois do carnaval o senador Aécio Neves vem discutindo a questão nacional e do Rio de Janeiro”.



AS RAZÕES QUE LEVARAM O DEMOCRATAS A LANÇAR CANDIDATURA AO SENADO!         
Normalmente, hoje, ponto facultativo, não haveria edição do Ex-Blog. Mas pela importância das decisões tomadas sob a coordenação do pré-candidato Aécio Neves, se torna público aqui, no mesmo momento da Coletiva de Imprensa que ocorre agora, as razões da candidatura do Democratas ao Senado.
                                      * * *
OS 5 VETORES DE CONVERGÊNCIA! 
1. NACIONAL:  Coligação PSDB-DEM em torno do AÉCIO.
2. REGIONAL: PT e PSB se coligaram, o que recolocou a questão local sob foco nacional.
3. REPRESENTAÇÃO: Pezão apresentou os projetos de lei de reajuste de várias categorias de servidores, convergindo para uma prioridade do DEM.
4. PERFIL MAJORITÁRIO: Pezão tem perfil municipal e aglutinador. A taxa de troca nas pesquisas é entre os dois.
5. INSTITUCIONAL: O Senador representa seu Estado suprapartidariamente. As posições dos senadores da coligação em suas atribuições constitucionais serão as mesmas.

terça-feira, junho 17, 2014

RIO DE JANEIRO/RJ/BRASIL: A CIDADE DAS CIDADES (CIDADE MERCADORIAs).

Nos últimos anos, a Cidade do Rio de Janeiro passou a ser uma das principais cidades a liderar, no Brasil, a valorização dos imóveis. Esta onda de valorização urbana está relacionada a alguns fatores, tais como o estrutural, o déficit habitacional e também a falta de espaços urbanos com estrutura disponível para construção. Tudo isto associado aos megaeventos que foram sediados na cidade, como os jogos Pan-Americanos de 2007, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente / RIO + 20 (Desenvolvimento Sustentável), que aconteceu em junho de 2012, onde recebeu aproximadamente, 100 Chefes de Estados; Encontro Mundial da Juventude Católica, em 2013; a Copa das Confederações, em 2013, que deixaram um legado e preparam a cidade para novas conquistas.
Além disto, o Rio recebendo a Copa do Mundo (FIFA), em junho 2014, e receberá as Olimpíadas em 2016.
Vale ressaltar, que houve um aumento considerável na renda dos consumidores, ampliação na divulgação dos programas habitacionais e a facilidade para obtenção de crédito para compra da moradia.
A partir da década de 90 houve uma melhor percepção dos gestores públicos sobre a necessidade de se promover o desenvolvimento ENDÓGENO na cidade, e isto gerou avanço para vários pontos da Cidade do Rio/RJ/Brasil. Para que se alcançasse esse avanço, foi necessário criar um plano estratégico para cidade, que foi discutido com os diversos segmentos da sociedade civil organizada, coordenado pelo governo municipal. Para o desenvolvimento do plano participaram, aproximadamente, 750 pessoas e instituições da sociedade civil organizada, onde as decisões foram tomadas com a participação do governo, do setor de negócios e da sociedade em geral.
A finalidade do plano era transformar a Cidade do Rio de Janeiro em uma grande metrópole, com crescente qualidade de vida, empreendedora e competitiva, com capacidade para ser um centro de pensamento e geração de negócios para o país e sua conexão privilegiada com o exterior. A ideia é valorizar os espaços públicos (centros de bairros, áreas com potencial para polos gastronômicos, polo de automóveis, expansão do mercado imobiliário, polo tecnologicos etc.), para atender a demanda do mercado, chamando a iniciativa privada para esta grande parceria, pois a função do governo é a articulação social e a dos empresários é de gerar trabalho e renda na cidade, isto onde eles entenderem que exista potencial para investimento e para crescimento. Podemos dizer que este plano, de iniciativa do governo municipal, foi bem aceito pela iniciativa privada.
Para minimizar o engessamento do crescimento de várias áreas da cidade foram criados vários PEU’s (Plano de Estruturação Urbana), planejando melhor o desenvolvimento da cidade, definindo gabaritos para os prédios, áreas industriais, comerciais, residências e de proteção ambiental entre outras melhorias. Isto ajudou substancialmente o desenvolvimento ordenado e o crescimento de vários bairros da cidade.
Em 2011, tivemos a revisão do Plano Diretor da cidade do Rio, através da Lei Complementar n.º 111 de 1º de fevereiro de 2011. Que dispõe sobre a Política Urbana e Ambiental do Município, institui o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável do Município do Rio de Janeiro e dá outras providências.
            Em 2015 precisamos revisar aprovar os instrumentos do Plano Diretor, Leis específicas que estabelece normas gerais e de detalhamento do planejamento urbano da nossa cidade, relativas às seguintes matérias, observadas as diretrizes fixadas nas Leis complementares (instrumentos do plano) como: A LOUS (Lei de Uso e Ocupação do Solo); LPS (Lei de Parcelamento do Solo); COE (Código Obras e Edificações) e a CLF (Código de Licenciamento e Fiscalização). 
Estas medidas serão acompanhadas da valorização dos espaços públicos, dando ao Rio uma colocação importante no cenário econômico nacional e internacional.
Em fim, esta e uma cidade que produz zunidos vibrantes, e uma cidade exclusivamente que gera formas significantes na sociedade. E, portanto, tem condições especiais na realização dos valores da liberdade, da igualdade, de fraternidade e de sociedade, além de produzir o estimulo intelectual. O Rio produz inteligência declarando-se distinta em comercio, em serviços e arte, em cultura e recursos, em limites e heranças, em clima e geografia, em sua identidade.
E uma cidade que planeja, que constrói, atraí novos negócios e determina sua identidade comunitária, onde tudo trabalha para criar a própria vibração e zunido e sua corrente e voltagem.
Não podemos esquecer-nos do fato de que por mais que se invista na questão estrutural da cidade (Transoeste, Transolimpica, Transcarioca, Transbrasil duplicação das vias arteriais, construção de viadutos, de túneis, melhorias físicas e operacionais no trânsito), vamos sempre ter dificuldade na mobilidade das pessoas, pois além do “boom imobiliário” (que não considero especulação, e sim, consequência do déficit habitacional), por ser o Rio, uma Cidade Maravilhosa, com tantas belezas naturais, tem atraído pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo.
Como exemplo de crescimento endógeno, está o bairro de Campo Grande, pois a partir de 2008, com a vinda de grandes empresas do ramo da construção civil para região, teve um grande aquecimento na área imobiliária, tendo em 2012, aproximadamente, 15 mil unidades habitacionais e comerciais sendo entregues, aumentando a população em torno de 60 mil pessoas e mais gente ainda chegando ao bairro. Com a inauguração do novo Shopping da Estrada do Monteiro, somados aos dois que já funcionam no bairro, vamos ter um fluxo muito grande de pessoas.
Campo Grande/Rio, sem dúvida, é um dos melhores bairros para se investir. Venham crescer com a gente!!!



domingo, junho 08, 2014

MERCADO IMOBILIÁRIO NO BRASIL : DADOS 2013

Baseado no relatório feito pela  VIVA REAL, com objetivo de apresentar dados sobre mercado imobiliário, em 2013. O relato mostra o contexto da macroeconomia brasileira, e deu o norte para avaliar o estado do mercado imobiliário no Brasil, nas maiores cidades do país. Segue alguns slides sobre mercado no Rio de Janeiro. Caso tenha interesse em ver outras regiões do país, vale entrar no site: www.vivareal.com.br/dmi.












sábado, maio 03, 2014

DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL - PLANO DIRETOR

    Temos que pensar e planejar a cidade que queremos para nós hoje, mas, sobretudo, temos que pensar qual a cidade que queremos para nossos filhos, netos e bisnetos no futuro. O maior desafio é implantar nas cidades e no país a lógica da vida.
   Participei das audiências públicas do PLANO DIRETOR DA CIDADE DO RIO, aprovado em 2011. O plano definiu, 02 anos para que á Câmara de Vereadores do Rio votasse e elaborasse legislação vinculada. 
   Leis específicas que estabelece normas gerais e de detalhamento do planejamento urbano da nossa cidade relativas às seguintes matérias, observadas as diretrizes fixadas nas Leis complementares (instrumentos do plano) como: A LOUS (Lei de Uso e Ocupação do Solo); LPS (Lei de Parcelamento do Solo); COE (Código Obras e Edificações) e a CLF (Código de Licenciamento e Fiscalização). 
  Os encontros teve como objetivo á discussão do planejamento do desenvolvimento da cidade e de suas Macrozonas. O nosso grupo deu atenção especial, para Bangu, Campo Grande (Bairro matriz), Santa Cruz e Guaratiba), para promover a justa distribuição espacial da população e das atividades econômicas, social e ambiental.
   Precisamos cobrar o término da construção do PEU, de Guaratiba (Pedra, Ilha de Guaratiba e Barra de Guaratiba), e o sua aprovação pela Câmara de Vereadores do Rio, e á revisão do PEU de Campo Grande, que já se faz necessário.
   A Constituição Federal Brasileira de 1988 passou a tratar da questão urbana, inaugurando assim, uma nova ordem jurídico-urbanística no Brasil. Fundamentada no principio da função social da propriedade e da cidade, essa nova ordem, que foi complementada em 2001, com a criação do Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257), pretendeu garantir “o direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito de todos à terra urbana, à moradia, ao saneamento básico e ambiental, infraestrutura urbana, ao transporte (o maior problema das grandes metrópoles), acesso aos serviços públicos, para as presentes e futuras gerações do nosso país”.
   Com base nesses instrumentos jurídicos - administrativos ou urbanísticos, incorporados por essa nova legislação, passa a ter caráter obrigatório a elaboração de PLANOS DIRETORES para as cidades com número de habitantes acima de 20 mil, as integrantes de Regiões Metropolitanas e aglomerações urbanas que não possuem Planos Diretores, aprovados na data do início da vigência da presente Lei (10/10/2001), que deveriam aprová-lo no prazo de cinco anos (10/10/2006). A este mesmo prazo estava condicionados os municípios que já possuem Planos Diretores aprovados, mas que não atendem aos requisitos legais previstos na nova Lei.
   O não cumprimento dessas exigências Constitucionais (art. 182) e do Estatuto da Cidade (art. 40 e 42), que prevê sansões, podendo incorrer em improbidade administrativa, que é regulamentada por lei federal específica nº 8.429/1992. Acarreta as seguintes sanções políticas, civis e administrativas: suspensão dos direitos políticos; perda da função pública; indisponibilidade dos bens; ressarcimento ao erário público; Proibição de contratar com o Poder Público e receber incentivos fiscais, estando o Prefeito sujeito até a perda de mandato, se configurar infração político-administrativa ou crime de responsabilidade. 
   O Estatuto da Cidade é um guia que propõe auxiliar a todos que deparem com desafios, no sentido de obter cidades mais equitativas, sustentáveis, que priorizem a gestão democrática, a regularização democrática, a obrigação de parcelar ou construir, a tributação (IPTU) progressiva, as operações urbanas consorciadas, entre outras. Os governos e a sociedade devem adotar estratégias para esse enfrentamento do processo de desqualificação do ambiente urbano, presente em todas as grandes metrópoles.
   Dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, 60 teria que ter feito o Plano Diretor, até outubro de 2006, conforme determina o Estatuto da Cidade.

Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif


sábado, janeiro 11, 2014

MUNDO: COMPORTAMENTO DAS ECONOMIAS – BRASIL DISTANTE DO ALVO.

O Brasil não conseguiu bater a meta da inflação entre 2012 (5,84%) e 2013 (5,91%), onde a meta do governo desde o inicio era 4,5%. 
Além da distribuição de bondades, o governo controlou os preços de produtos e serviços, onde ele tem poder de controle. O que não ajudou muito.
O país precisa investir em infraestruturas, em educação e reduzir os gastos públicos.
Um bom negocio seria repensar a politica de crescimento sem ser baseada em consumo - pois chegamos no fim de 2013, com inflação alta e baixa expansão, mostrando a necessidade de mudar a rota.
A China mesmo com crescimento de 7,6%, alcançou valores totais de exportações e importações de bens, em 2013, de US$ 4,16 trilhões, superando os EUA, que somaram US$ 3,5 trilhões até novembro/2013, o que será difícil superar a China.
Veja abaixo, gráfico  PIB x INFLAÇÃO de 18 países.
Fonte: O Globo do dia 11/12/2014 caderno de economia.

quarta-feira, novembro 06, 2013

NOVA YORK/EUA ELEIÇÕES ANO DE 2013 e 2014 BRASIL

Lá e cá, necessidades do novo. O velho não entendeu o ronco das ruas/necessidades do povo. Talvez a população esteja mais interessada em caminhos progressistas.
NOVA YORK: DEMOCRATA INTERROMPE 20 ANOS DOS REPUBLICANOS: 73,4% DOS VOTOS!    
A. Eleito ontem (05/11) Prefeito de Nova York, Bill de Blasio, um ocupante pouco conhecido de um obscuro escritório se converteu numa voz poderosa no cenário político norte-americano. Sua vitória esmagadora, que reuniu um eleitorado da classe trabalhadora do centro de Brooklyn às ruas do sudeste de Queens, representou uma rejeição contundente ao estilo durão de governança que reinava na Prefeitura nas  últimas duas décadas. Marcou também uma curva acentuada para a esquerda na maior metrópole do país. 

B. Durante a corrida eleitoral, Blasio ofuscou seu adversário ao acentuar  as frustrações dos nova-iorquinos  com a desigualdade de renda, as táticas agressivas de policiamento e a falta de habitação a preços acessíveis. Ele se baseou em sua própria família multirracial para se conectar com um eleitorado cada vez mais diversificado, inclusive junto a eleitores eletrizados com um comercial de televisão com o seu carismático filho de 15 anos de idade. Acentuou que sua mensagem tinha capturado as queixas profundas e os anseios por mudanças. 


sexta-feira, outubro 11, 2013

EDUCAÇÃO: “ESCOLAS NÃO DEVEM AVALIAR O APRENDIZADO COM BASE EM NOTAS”!

Já está mais do que provado que as crianças têm tempos diferentes para aprenderem a ler e a escrever, com o sistema de ciclos este tempo é respeitado e a criança pode avançar sem o trauma de uma parada no processo. GOSTARIA DE ABRIR O DEBATE SOBRE O ASSUNTO.
A pesquisadora abaixo, mostra uma avaliação dentro da linha progressista da educação. O aluno tem que aprender a pensar e resolver situações problemas, assim, ele será capaz de assimilar todos os conteúdos necessários de forma integral e interdisciplinar. Nesta linha, a avaliação terá que ser feita levando-se  em consideração os objetivos alcançados e não através de notas. Através dos objetivos, o professor poderá saber exatamente em que aspectos o aluno precisa melhorar e será capaz de propor atividades que o auxiliem a superar as dificuldades.
Este tipo de trabalho requer tempo e conhecimento por parte do professor. Entretanto, com os baixos salários e o aviltamento da educação, os mestres não têm vontade, dinheiro, tempo e incentivo para mudanças, além de salas com mais de 50 alunos e das ameaças dentro das salas de aula. Assim, continuamos na discussão e nada acontece na prática.
Em relação à gestão pública, muitos (Prefeitos) estão preocupados com os votos, assim, faz o que a maioria da população inculta quer. A maior parte da população nada entende sobre educação progressista, ainda está no passado (mundo antigo), época em que  o aluno precisava decorar e  tirar notas nas provas. Não podia   pensar, só tinha que repetir.
Hoje o populismo impera em todos os segmentos da sociedade!!! A primeira mudança que precisa ser feita é na política. Povo bem educado/formado sabe pensar e decidir bem e isto não interessam a muitos políticos...         
(Trechos da Entrevista à revista Época, 25 - Patrícia Broadfoot, Pesquisadora da Universidade de Bristol:) 1. A sociedade da avaliação NÃO é uma coisa positiva. E penso que é especialmente ruim nas escolas, porque treinamos os estudantes a ver o sucesso do seu aprendizado em termos de notas, em vez de ver do aprendizado em si. Nós nos convencemos de que a melhor forma de julgar a qualidade do aprendizado, das escolas e dos sistemas de ensino é por meio de uma série de números. No entanto, deveríamos julgar a qualidade da educação de um modo muito mais abrangente.        
2. Nenhum de nós na área da educação, em qualquer parte do mundo, realmente entende a importância da avaliação formativa. É uma questão que começou a ser estudada há apenas 20 anos. Quando as pessoas se derem conta do quão poderosos são os feedbacks e a avaliação formativa para ajudar os alunos a aprender, o interesse aumentará. Ainda achamos muito difícil mudar, principalmente porque a prioridade da rotina escolar ainda é passar conteúdos aos estudantes. Dessa forma, não há tempo para feedbacks individuais e frequentes. Pesquisas indicam que os alunos não estão satisfeitos com o tempo e a qualidade da avaliação que recebem.      
3. Deveríamos ter menos avaliações somativas [método convencional, baseado em somatória de notas], e dar feedback como forma de apoiar o aprendizado, provavelmente no formato de texto em vez de números. Há estudos que comprovam que, quando a escola dá notas, os alunos tendem a não ouvir os comentários dos professores e, portanto, não sabem como melhorar. Existem ferramentas digitais que ajudam a identificar aspectos dos aprendizados dos estudantes que não são detectados pelas formas tradicionais de avaliação. Com elas, é possível fazer estudos de caso, propor desafios da vida real, criar testes semelhantes a jogos, em que o estudante pode ir para diferentes níveis de dificuldade. Basta imaginar um jogo de computador, e pensar como eles são complexos e engajam os jovens. É possível usar isso na avaliação escolar.
4. Os pais tendem a preferir as avaliações por notas, porque se acostumaram com isso. Mas eles precisam entender as novas propostas. Se a escola está tentando implementá-las, não terá sucesso sem a ajuda dos pais.  Patrícia – Meus colegas estatísticos dizem que é o Pisa é um instrumento muito sofisticado de avaliação, mas governos tendem a interpretar os resultados de forma não tão sofisticada. Potencialmente, os testes internacionais são úteis, porque mostram áreas de um país que precisam ser melhoradas, mas governos fazem diagnósticos errados. É perigoso quando se compreendem mal as razões por trás dos resultados.