sexta-feira, novembro 02, 2012

BUROCRACIA: REGISTRO DE IMÓVEIS.


    O mercado imobiliário no Brasil vem crescendo a cada ano, e o Rio de Janeiro, por sua beleza natural tem registrado crescimentos importantes para a economia da cidade e do estado.
    Sabemos que as empresas da construção civil são as que "criam" imóveis, lotes ou edificações, que são a base, o produto, do registro de imóveis. São elas que, conforme estatísticas, por meio da geração de empregos, pagamentos de impostos, respondem por, pelo menos, 60% da movimentação econômica do país. Por tanto, merecem respeito, não só dos cartórios, mas de todas as repartições públicas e dos governos.
    Faz-se necessário que os cartórios tenham ciência de que a incorporação imobiliária é uma operação comercial, envolvendo altos custos financeiros, além de alimentar sonhos das pessoas, em adquirir seu imóvel próprio, de gerar empregos, em pequenas e grandes imobiliárias e de corretores de imóvel.
   Precisamos reivindicar do T.J e da Corregedoria Geral, que os examinadores dos cartórios de Registro Geral de Imóveis sejam submetidos a revisão de conhecimentos, imobiliário, jurídicos e fiscais. Muitos precisam passar por reciclagem, pois só assim penso que vamos minimizar o sofrimento para registrar um imóvel.
   Sabemos da importância dos Cartórios de Registro de Imóveis, que eles realizam serviços relevantes, que garantem o direito à propriedade das pessoas, bem como outros direitos referentes a imóveis. Somente quem registra uma casa, apartamento ou terreno torna-se realmente seu dono, como determina a Lei. Os RGI’s são locais, onde as pessoas conseguem obter informações seguras sobre a verdadeira situação jurídica dos seus imóveis, sejam lotes, casas, apartamentos, lojas etc.
   Não estou criticando nenhum cartório ou examinador, mas não dá para conviver com esta avalanche de exigências que atrasam todo o processo, quando no primeiro exame poderia, caso necessário colocá-las todas para que sejam cumpridas, evitando as idas e vindas, além dos gastos.

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