terça-feira, maio 01, 2012

GUARATIBA – RIO: A CORRENTEZA CORRE FORTE NESTA DIREÇÃO.

Construtores e investidores, fiquem atentos, pois o crescimento da cidade agora, corre nesta direção.
Á região de Guaratiba, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, que compreende os bairros de Pedra de Guaratiba, Ilha de Guaratiba e Barra de Guaratiba, integrante da Área de Planejamento 5 - AP5 - 26ª Região Administrativa, que tem uma população de aproximadamente de 110 mil habitantes, aproximadamente 32 mil domicílios, e uma região que  necessitará de substanciais investimentos em infraestrutura, urbanização, equipamentos urbanos, projetos ambientais e sociais, do paisagismo comum e dos pontos históricos que viabilizem a intensificação da ocupação em curso.
A Legislação Urbanística, hoje, se faz através do Decreto 322/1976, com suas ZE’s. No parcelamento do solo na RA de Guaratiba, verifica-se a existência de alguns grandes loteamentos aprovados em contraponto a um número consideravelmente maior de loteamentos irregulares e clandestinos, implantados sem respeito à legislação do parcelamento do solo.
A Região vem experimentando assim um processo de pressão imobiliária interna, decorrente do crescimento vegetativo e externa, através de cinco vetores de expansão urbana representados pelas estradas da Pedra, do Magarça, da Matriz, do Mato Alto e mais recentemente, a Avenida Dom João VI (Avenida das Américas), atualmente pela variante e em breve, pelo Túnel da Grota Funda.
O caminho mais correto agora, e aprovar o PEU (Projeto de Estruturação Urbana), que vai adequar à legislação a nova realidade da região, que será diretamente impactada com a inauguração do corredor expresso Transoeste/BRT, previsto par junho de 2012.

quarta-feira, abril 11, 2012

RIO DE JANEIRO: A CIDADE DAS CIDADES (CIDADE MERCADORIAs).


Nos últimos anos, a Cidade do Rio de Janeiro passou a ser uma das principais cidades a liderar, no Brasil, a valorização dos imóveis. Esta onda de valorização urbana está relacionada a alguns fatores, tais como o estrutural, o déficit habitacional e também a falta de espaços urbanos com estrutura disponível para construção. Tudo isto associado aos megaeventos que foram sediados na cidade, como os jogos Pan-Americanos de 2007, que deixaram um grande legado e preparam a cidade para novas conquistas.
Além disto, o Rio receberá, nos próximos anos, grandes eventos e dentre estes, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente / RIO + 20 (Desenvolvimento Sustentável), que acontecerá em junho de 2012, onde estarão reunidos, aproximadamente, 100 Chefes de Estados; Encontro Mundial da Juventude Católica, em 2013; a Copa das Confederações, em 2013; a Copa do Mundo (FIFA), em 2014, e as Olimpíadas em 2016.
Vale ressaltar, que houve um aumento considerável na renda dos consumidores, ampliação na divulgação dos programas habitacionais e a facilidade para obtenção de crédito para compra da moradia.
A partir da década de 90 houve uma melhor percepção dos gestores públicos sobre a necessidade de se promover o desenvolvimento ENDÓGENO na cidade, e isto gerou avanço para vários pontos da Cidade do Rio. Para que se alcançasse esse avanço, foi necessário criar um plano estratégico para cidade, que foi discutido com os diversos segmentos da sociedade civil organizada, coordenado pelo governo municipal. Para o desenvolvimento do plano participaram, aproximadamente, 750 pessoas e instituições da sociedade civil organizada, onde as decisões foram tomadas com a participação do governo, do setor de negócios e da sociedade em geral.
A finalidade do plano era transformar a Cidade do Rio de Janeiro em uma grande metrópole, com crescente qualidade de vida, empreendedora e competitiva, com capacidade para ser um centro de pensamento e geração de negócios para o país e sua conexão privilegiada com o exterior. A idéia era valorizar os espaços públicos (centros de bairros, áreas com potencial para pólos gastronômicos, pólo de automóveis, expansão do mercado imobiliário etc.), para atender a demanda do mercado, chamando a iniciativa privada para esta grande parceria, pois a função do governo é a articulação social e a dos empresários é de gerar trabalho e renda na cidade, isto onde eles entenderem que exista potencial para investimento e para crescimento. Podemos dizer que este plano, de iniciativa do governo municipal, foi bem aceito pela iniciativa privada.
Para minimizar o engessamento do crescimento de várias áreas da cidade foram criados vários PEU’s (Plano de Estruturação Urbana), planejando melhor o desenvolvimento da cidade, definindo gabaritos para os prédios, áreas industriais, comerciais, residências e de proteção ambiental entre outras melhorias. Isto ajudou substancialmente o desenvolvimento ordenado e o crescimento de vários bairros da cidade. Estas medidas vieram acompanhadas da valorização dos espaços públicos, dando ao Rio uma colocação importante no cenário econômico nacional e internacional.
Em fim, esta e uma cidade que produz zunidos vibrantes, e uma cidade exclusivamente que gera formas significantes na sociedade. E, portanto, tem condições especiais na realização dos valores da liberdade, da igualdade, de fraternidade e de sociedade, além de produzir o estimulo intelectual. O Rio produz inteligência declarando-se distinta em comercio, em serviços e arte, em cultura e recursos, em limites e heranças, em clima e geografia, em sua identidade.
E uma cidade que planeja, que constrói, atraí novos negócios e determina sua identidade comunitária, onde tudo trabalha para criar a própria vibração e zunido e sua corrente e voltagem.
Não podemos esquecer-nos do fato de que por mais que se invista na questão estrutural da cidade (Transoeste, Transolimpica, Transcarioca, duplicação das vias arteriais, construção de viadutos, de túneis, melhorias físicas e operacionais no trânsito), vamos sempre ter dificuldade na mobilidade das pessoas, pois além do “boom imobiliário” (que não considero especulação, e sim, conseqüência do déficit habitacional), por ser o Rio, uma Cidade Maravilhosa, com tantas belezas naturais, tem atraído pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo.
Como exemplo de crescimento endógeno, está o bairro de Campo Grande, pois a partir de 2008, com a vinda de grandes empresas do ramo da construção civil para região, teve um grande aquecimento na área imobiliária, tendo em 2012, aproximadamente, 15 mil unidades habitacionais e comerciais sendo entregues, aumentando a população em torno de 60 mil pessoas e mais gente ainda chegando ao bairro. Com a inauguração do novo Shopping da Estrada do Monteiro, somados aos dois que já funcionam no bairro, vamos ter um fluxo muito grande de pessoas.
Campo Grande, sem dúvida, é um dos melhores bairros para se investir. Venham crescer com a gente!!!
Adenil Costa: Ex-Subprefeito da Zona Oeste (2000 a 2006)
Diretor Comercial da RAL IMOVEIS e Correspondente da CAIXA ECONOMICA.
Site: www.ralimoveis.com

quinta-feira, março 15, 2012

AMERICA LATINA: BRASIL – CIDADES POUCO COMPETITIVAS.

Que pena, que nossos gestores públicos não entendem que só vamos mudar este quadro, investindo maciçamente em educação. Pois as cidades mais competitivas, estão onde estão, devido principalmente à qualidade dos sistemas educacionais e à mentalidade empreendedora de seus cidadãos.
"ECONOMIST INTELLIGENCE UNIT" DIZ QUE CIDADES BRASILEIRAS SÃO POUCO COMPETITIVAS! AMÉRICA LATINA: BUENOS AIRES NA FRENTE!
     
(BBC, 13) 1. As cidades latino-americanas, incluindo as megaurbes brasileiras, Rio e São Paulo, são pouco competitivas comparativamente a outras cidades mundiais, indicou um relatório da consultoria britânica Economist Intelligence Unit.   Buenos Aires, em 60º lugar, foi a única cidade latino-americana que terminou na primeira metade da lista entre 120 cidades no mundo. Para a consultoria, o mau desempenho se dá pela falta de sustentabilidade e aspectos da qualidade de vida.  As cidades, que respondem por 29% da economia global, foram avaliadas a partir de oito categorias e analisadas em 31 indicadores individuais.                
2. São Paulo e Rio foram classificadas, respectivamente, em 62º e 76º lugar no ranking, liderado por Nova York.  "As cidades latino-americanas e africanas são as que mais deixam a desejar em termos de competitividade. Enquanto todas as regiões abrigam pelo menos algumas cidades pouco competitivas, a América Latina em particular tem mau desempenho em todas as categorias", afirma o relatório.
3. São Paulo e Rio ficaram empatadas em 47º lugar em termos de personalidade social e cultural – ranking no qual Zurique lidera, seguida por Sydney, Nova York, Los Angeles, Madri e Londres.  As duas cidades brasileiras também empataram em 50º lugar em maturidade financeira – lista encabeçada por Zurique, Toronto, Tóquio, Cingapura e Nova York.  Já no quesito apelo global São Paulo ficou em 38º, e o Rio, em 49º. As primeiras colocadas da lista foram Londres, Paris, Tóquio, Cingapura e Pequim. Nenhuma das duas cidades brasileiras aparecem entre as 60 primeiras posições em capital humano, riscos ambientais e naturais, eficiência institucional, força econômica e capital físico.   
4. Para a consultoria, as cidades emergentes devem promover seu desenvolvimento "não apenas em arranha-céus, conexões ferro\metroviárias e outras obras de infra-estrutura", mas também "nos aspectos mais brandos que serão cruciais para sua capacidade de atrair e desenvolver os talentos de amanhã – incluindo educação, qualidade de vida e liberdade pessoal, entre outras coisas".
5. As cidades asiáticas foram destaque no relatório, devido ao seu bom desempenho no quesito de força econômica. Das 20 cidades mais bem colocadas nesse aspecto, 15 estão na Ásia e, segundo o relatório. "A vantagem mais significativa que as cidades dos países desenvolvidos têm é sua capacidade de atrair o melhor talento do mundo. As cidades americanas e européias dominam a categoria do capital humano no índice", observou a pesquisa. "Isso se deve principalmente à qualidade dos sistemas educacionais e à mentalidade empreendedora de seus cidadãos. Mas outros fatores melhoram seu desempenho também, como as atividades culturais e a qualidade de vida geralmente boa."

terça-feira, fevereiro 28, 2012

ESTRATEGIA: FORMA DE PENSAR NO FUTURO

     Este ano teremos eleições em todo Brasil. Segue abaixo, alguns pontos importantes para quem vai se candidatar á prefeito ou a vereador, um pouco de estratégia pode mudar um quadro, em que alguns acham impossíveis. Bem antenado são os militares, onde a estratégia, pode ser definida hoje como a ciência dos movimentos e planejamento da guerra e do domínio econômico.
     1. Concorreu ao Oscar o filme "O Homem que Mudou o Jogo", com Brad Pitt, adaptação de fatos reais ocorridos num time de Beisebol. Em resumo, o 'Oakland Athletics' era uma equipe do escalão de baixo e por isso mesmo, com menos recursos para contratar estrelas do Beisebol.
     2. Seu gerente -Brad Pitt- conhece um jovem estudioso em performances de jogadores de Beisebol, projeção de suas qualidades específicas e sinergia do jogo em equipe. Usa um software para identificar entre os jogadores de menor valor em mercado, qualidades específicas que permitiriam potencializá-las e sinergizá-las num trabalho em equipe (time).
     3. E sugere esquecer as estrelas de outros times e substituir as próprias estrelas do Oakland Athletics. Com o apoio radical de Pitt, viram o jogo e demonstram o acerto de suas análises.
     4. Moral política da história para candidatos em 2012: Não se estresse com pesquisas e popularidade de outros candidatos. Tenha uma assessoria que identifique seus pontos fortes e os potencialize. Acredite totalmente na análise, escolha um vice que sinérgize com estes pontos fortes, destaque candidatos a vereador que apontem nessa direção. E -assim- forme uma equipe (time) interativa e convergente. E vença a eleição.

 

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

BRASIL / EDUCAÇÃO: PROFESSOR – UMA PROFISSÃO, QUE SEM ELA SERIA DIFICIL EXISTIR AS OUTRAS...

       Dizem que “Cidades fracas é um grande entrave para o crescimento de um país, e que cidades fortes é um pré-requisito para alavancar o crescimento de uma nação e para sua inserção global”. Para isso o Brasil precisa entender que só teremos cidades fortes com investimentos maciços em educação e na qualificação dos nossos professores.
      As palavras profissão e professor se parecem? Elas nasceram da mesma raiz etimológica, o que faz todo o sentido: O professor é a primeira das profissões. Todas as outras especialidades e habilidades técnicas só podem existir quando há professores ensinando-as aos seus discípulos. Toda profissão precisa de professores. Pois através do ensinar e que começamos a pavimentar o caminho de uma longa estrada da nossa vida.
      Já se faz um ano que o Conselho Nacional de Educação (CNE), aprovou parecer com uma lista indispensável, para infra-estrutura e melhora na qualidade do ensino, incluindo piso salarial do magistério.
      Só hoje, entendo os reclames dos professores da rede municipal do Rio. Em 2001, quando assumi a Subprefeitura da Zona Oeste do Rio, tínhamos varias escolas em regime de 3º turno e salas com mais de 50 alunos.
      Por isso, precisamos tirar a inércia do MEC, e cobrar agilidade na implantação do que foi sugerido pelo CNE. Veja o que sugere o Conselho:
*MÉDIA DE ALUNO / SALA.
Creche: 13; Pré-escola: 22; Ensino fundamental. Nos anos iniciais: 24, anos finais: 30; No ensino médio: 30; Ensino fundamental/rural: Anos iniciais: 15 e anos finais: 25.
*INFRAESTRUTURA:
      Pelo parecer: As escolas devem ter laboratórios de informática e de ciências, bibliotecas e quadras poliesportivas.
      Penso que todas as escolas com o segundo seguimento do ensino fundamental (5ª a 8ª serie), deveriam ter educação pelo trabalho. Não com a intenção de formar alunos profissionalmente (2º grau), mas sim, dar noções básicas pelo trabalho e a formação de um espaço de reflexão interdisciplinar tendo o trabalho como um princípio educativo, enfocando, entre outras questões, as relações de trabalho e suas transformações diante do novo contexto mundial.
      A participação dos alunos deve ser opcional, eles podem freqüentar as oficinas quando for possível conciliar os horários.


quarta-feira, janeiro 25, 2012

MUNDO: OS CINCO MAIORES RISCOS GLOBAIS: PROBABILIDADES E IMPACTOS!

(Davos - Fórum Econômico Mundial - El País, 17)
1. O relatório é baseado em entrevistas com 469 especialistas da indústria, governos, mundo acadêmico e a sociedade civil, e produz também uma lista de 50 grandes riscos globais econômicos, ambientais, geopolíticos, sociais e tecnológicos.
2. Os cinco maiores riscos em termos de probabilidade são:  A) Enormes disparidades de renda (4,03 em uma escala de 1 a 5),  B); Os desequilíbrios fiscais crônicos (4,03); C) aumento das emissões de gases de efeito estufa (3,88); D) Ataques cibernéticos (3,80) e E) Crise de abastecimento de água (3,79).
Em termos de impacto, a lista é encabeçada por um A) Colapso financeiro sistêmico grave (4,08), B) uma crise de abastecimento de água (3,99), C) Uma crise pela falta de alimentos (3,93), D) Desequilíbrios fiscais crônicos (3,87) e E) Extrema volatilidade dos preços de produtos agrícolas e de energia (3,81).

BARRA DA TIJUCA - RJ: MAAYAN A evolução do viver bem.


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Terreno de 28.047,43 m².
    Realização e Construção: RJZ Cyrela Engenharia Ltda e Carvalho Hosken
Projeto de Arquitetura: ARQ&URB Projetos
Projeto de Paisagismo:  Benedito Abbud Arquitetura Paisagística
Projeto de Decoração das áreas comuns Sociais: Débora Aguiar Arquitetos 
Associados Ltda.
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