ARTIGOS - Entrevistas - Notícias Publicadas e não publicadas - Creci 39.423 - Perito Judicial e Perito avaliador Mercadológico CNAI nº 20414 Paginas: www.facebook.com/AdenilMC e www.adenilcosta.com.br - E-mail: adenilmc@gmail.com
quarta-feira, abril 06, 2011
BRASIL: RIO DE JANEIRO - CIDADE MARAVILHOSA - IMAGENS AEREAS
Eu adoro esta cidade! A cidade do Rio de Janeiro, e considerada uma cidade maravilhosa, por suas belezas naturais e pelo seu poder econômico, com uma população que convive diretamente com mar, praias, as montanhas, a beleza da Mata Atlântica, em plena área urbana. O Rio é uma capital contemporânea que cresceu com vários conflitos e modelos de gestão pública, que cada período da sua história, apresentou características diversas, mais uma coisa, é de fundamental importância, a receptividade de sua população.
domingo, fevereiro 06, 2011
HABITAÇÃO: LIMITE DO VALOR DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA, AUMENTA PARA R$ 170 MIL.
Com o aumento do limite do valor do imóvel, para financiamento junto a Caixa Econômica Federal, pelo Programa Minha Casa Minha Vida, de R$ 130 mil para R$ 170 mil, quem procura imóvel nesse perfil estará mais perto de realizar o sonho da compra da casa própria.
Com esta medida o mercado imobiliário vai ficar mais movimentado e vão surgir mais investimentos e novos lançamentos. A correnteza corre muito forte em direção a Zona Oeste, bairros como Campo Grande, Santa Cruz, Taquara, Freguesia, Méier, Vargem Grande e Vargem Pequena, entre outras. Sendo que, o bairro que mais vai receber empreendimentos será Campo Grande, por tanto a Prefeitura precisa urgentemente pensar em resolver o grande nó que existe no transito da região, e investir em infra-estrutura. Do lado das construtoras, vele investir em qualificação da mão-de-obra, que esta escassa em todas as regiões.
A medida vai permitir encaixar muito mais clientes no Programa M.C.M.V, e vai possibilitar que vários empreendimentos se viabilizem.
O novo teto vale para as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para as famílias com renda de até R$ 2.790,00, os juros do programa são de 5% ao ano + TR, com subsidio de até R$ 23.000,00, dependendo da renda e da cidade. Quem recebe até R$ 4.900,00, paga juros de 6% + TR, sem direito ao subsidio. Quem tem renda superior ao limite da medida, pode adquirir o imóvel pelo programa, mais sem qualquer beneficio.
sexta-feira, janeiro 28, 2011
PIB / BRASIL: ESTADO DE SP, ESTADO DO RIO E ESTADO DE MINAS - CONTAS REGIONAIS! IBGE!
Peso do PIB por estado, vale avaliar.
1. Participação no PIB. 1995, 2002, 2007, 2008. Estado SP: 37,3%, 34,6%, 33,9% e 33,1% \ Estado do Rio: 11,2%, 11,6%, 11,2%, 11,3% \ Estado de MG: 8,6%, 8,6%, 9,1%, 9,3%;
2. Indústria Total: 1995 e 2008: participações. Estado de SP: 44,4% e 33,95 \ Estado do Rio: 8% e 12,7% \ Estado MG: 9,1% e 11%;
3. Indústria de Transformação 1995 e 2008: participações. Estado de SP: 48,7% e 43,7% \ Estado do Rio: 5,9% e 6,3% \ Estado MG: 8,5% e 10,7%;
4. Serviços. 1995 e 2008: participações. Estado de SP: 35,6% e 33,4% \ Estado do Rio: 13,4% e 11,6% \ Estado MG: 7,6% e 8,4%;
5. Administração Pública. 1995 e 2008: Participações. Estado de SP: 20.7% e 19% \ Estado do Rio: 14,6% e 12,7% \ Estado MG: 7,3% e 8,2% \ (Distrito Federal: 15,7% e 13,7%);
6. Peso da Adm. Pública no PIB regional 1995 e 2008. (Distrito Federal: 50,3% e 53,6%) Estado de SP: 8,8% e 9,3% \ Estado do Rio: 20,3% e 17,9% \ Estado MG: 13,3% e 13,6%. (Brasil: 15,6% e 15,8%);
7. Agropecuária. 1995 e 2008: participações. Estado de SP: 10,4% e 7,9% \ Estado do Rio: 1,6% e 0,8% \ Estado de MG: 17,3% e 15,3% \ (Em 2008: RGS 11,9%, Paraná 9,6%, Mato Grosso 8,9%, Bahia 5,9% e Goiás 5,6%);
8.Relatório completo do IBGE.
Do Blog: Ex-Blog Cesar Maia.sexta-feira, janeiro 14, 2011
BRASIL: DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EM 2010! ESTADOS ACIMA E ABAIXO DA MÉDIA NACIONAL!
O estado do Rio de Janeiro, a mais de 20 anos vem errando, em não investir em infra-instrutora, principalmente na malha ferroviária e nas vias arteriais para possibilitar o escoamento da produção, uma das razões pela qual só crescemos +8,8%.
1. Entre janeiro e novembro de 2010, a Indústria brasileira, segundo o IBGE, cresceu 11,1%, comparando com o mesmo período de 2009. Se tomarmos o crescimento nos 12 meses até novembro de 2010, também comparando com o mesmo período anterior, o crescimento foi de 11,7%.
2. O IBGE mede o crescimento em 13 Estados de nossa federação. Entre janeiro e novembro a Indústria cresceu mais nos Estados do Espírito Santo (+24,9%), Amazonas (+16,9%), Goiás (+16,8%), Minas Gerais (+15,8%), Paraná (+15,6%). No bloco intermediário, a indústria de Pernambuco cresceu (+11,2%), a de S. Paulo (+10,9%), a do Ceará (+10,8%), a da Bahia (+9%) e Pará (+9%). O crescimento da Indústria no Nordeste todo foi de (+9,6%).
3. Finalmente, um pouco mais atrás vêm os Estados em que a Indústria cresceu menos: Estado do Rio (+8,8%), Rio Grande do Sul (+7,5%), e Santa Catarina (+6,6%).
4. Ficaram 10% ou mais, abaixo da média nacional, os Estados de Bahia, Pará, Estado do Rio, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
5. Vale ver Tabela divulgada pelo IBGE.
terça-feira, janeiro 11, 2011
CONSUMIDOR: COMPARTIVO ALCOOL x GASOLINA - VALE PESQUISAR!
O preço médio do Álcool combustível no Pais apresentou alta na ultima semana, segundo levantamento feito pelo site TERRA, com base na pesquisa de preços da ANP, realizada entre os dias 03 e 08 de janeiro de 2011, por tanto baseado nesta pesquisa, o ETANOL só é vantajoso, em relação à GASOLINA, para os proprietários de veículos Flex, em 04 estados do Pais. Nos demais e no Distrito Federal, a diferença entre o preço da gasolina e do ALCOOL é menor que 30%, por isso vale mais apena abastecer com GASOLINA, já que ela tem autonomia de 30% maior.
A pesquisa feita pela ANP, leva em conta os preços médios por litro de cada combustível oferecido pelos postos ao consumidor. Como o valor do litro pode variar bastante de posto para posto, vale a pena fazer a conta antes de decidir.
No Rio de Janeiro e Minas esta sendo mais vantajoso abastecer com Gasolina, mais vale sempre pesquisar.
sexta-feira, dezembro 17, 2010
SANTA CRUZ- RIO – O 4º MAIOR PÓLO INDUSTRIAL DO BRASIL!
Em Santa Cruz - Zona Oeste do Rio, não se nasce, não se morre mais! Santa Cruz é um bairro da cidade do Rio de Janeiro onde moram 250 mil pessoas. Incluindo seu entorno próximo - Paciência e Sepetiba - são quase 400 mil pessoas. Santa Cruz é o terceiro ou quarto pólo industrial mais importante do Brasil.
Desde o início de 2009, o cartório de Santa Cruz está fechado. A partir daquela data, os registros de nascimento e de morte são feitos em Campo Grande, bairro a 15 km de Santa Cruz. Ou em outro município limítrofe, Itaguaí.
Mas com o fechamento do Hospital Pedro II, desde 14 de outubro de 2010, os bebês não podem mais nascer fisicamente em Santa Cruz: a maternidade está fechada. Devem nascer em Campo Grande ou Itaguaí, ou sabe se lá aonde, não terá mais em suas fichas de nascimento a denominação do bairro em que suas famílias vivem.
Da mesma forma, aquelas pessoas que, muito doentes, falecem num hospital. Se falecerem em casa, se registra o óbito em Campo Grande ou Itaguaí. Mas se vierem a falecer no hospital, fisicamente terão falecido em Campo Grande ou Itaguaí.
Santa Cruz é o bairro de maior expansão populacional e de maior expansão industrial do Rio, e infelismente ainda tem área como deserto sanitário.
Em época de eleições todos os políticos buscam votos na região, vão embora, e voltam 3 anos depois para pedir voto de novo - esta na hora daqueles que levaram os nossos votos dar um pouco de atenção á este bairro. Precisamos aprovar o PEU (Projeto de Estruturação Urbana), para tirar o engessamento do crescimento da região, reabrir e requalificar o Hospital Pedro II, ampliar o numero de salas de aulas nas escolas de 2º grau, capacitar e melhor salários dos professores, dar atenção aos médicos que trabalham nos posto de saude e no hopital, entre outras ações para dar dignidade aos moradores e profissionais que trabalham nas industriais ali instaladas.
domingo, outubro 24, 2010
BRASIL: POLÍTICA – MENTIRA E O ÓDIO QUE CEGA!!
O Brasil dos 16 anos de crescimento, de bons governos, onde todos tiveram pontos fortes e pontos fracos. Um Brasil, que viu seu crescimento através de uma política forte de privatizações, de controle do cambio, de estabilização da moeda e de políticas sociais baseadas em programas de governo, focado nos pobres com contra partidas usando a educação e a saúde como pólo de irradiação destas ações.
Na década de 80, Eu, trabalhava numa grande multinacional, fabricante de gases industriais e produtos criogênicos, onde tive condição de ver o quanto o Brasil estava afundando, pois através da empresa dava-se para avaliar a indústria brasileira indo de ladeira abaixo, pois fornecíamos produtos para todas as grandes empresas do ramo industrial e medicinal no pais, e as quedas nas vendas eram visíveis.
Na década de 80, Eu, trabalhava numa grande multinacional, fabricante de gases industriais e produtos criogênicos, onde tive condição de ver o quanto o Brasil estava afundando, pois através da empresa dava-se para avaliar a indústria brasileira indo de ladeira abaixo, pois fornecíamos produtos para todas as grandes empresas do ramo industrial e medicinal no pais, e as quedas nas vendas eram visíveis.
A partir do inicio da década de 90, comecei a ver luz no fim do túnel e uma correnteza muito forte, em direção ao crescimento do nosso país. Como trabalhador da iniciativa privada, sempre acreditei que o Brasil, para crescer tinha que ter uma política bem agressiva de privatização de tudo aquilo que não deveria estar na mão de governo, evitando assim, as indicações políticas para cargos no primeiro e segundo escalão das mesmas, onde o desvio de conduta e a corrupção acontecem descaradamente.
Pego uma carona num trecho da matéria da coluna do MERVAL PEREIRA – Jornal O Globo do dia 24/10/10, onde ele coloca com muita propriedade a questão da privatização de algumas empresas como CSN, Vale do Rio Doce e outras.
"A privatização se deu no governo do hoje Senador eleito Itamar Franco que era contrário a idéia. Quem liderou a pressão para a venda (CSN) foi a Força Sindical, central que hoje esta integrada ao governo Lula. Com relação à privatização da Vale, a historia real é ainda mais estarrecedora. O governo teve uma ocasião perfeita para reverter à privatização da Vale, se quisesse. Foi em 2007, quando o Deputado Ivan Valente, do PSOL, apresentou um projeto nesse sentido que foi analisado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comercio da Câmara.
O relator do projeto foi o deputado Jose Guimarães do PT, aquele mesmo cujo assessor fora apanhado com dólares na cueca num aeroporto na época do mensalão. Pois o relator petista votou pela rejeição ao projeto de Lei, alegando em primeiro lugar que - não há como negar que a mudança das características societárias da Companhia Vale do Rio Doce foi passo fundamental para estabelecer uma estrutura de governança afinada com as exigências do mercado internacional, que possibilitou extraordinária expansão dos negócios e o acesso a meios gerencias e mecanismos de financiamento que em muito contribuíram para este desempenho e o alcance dessa condição concorrencial privilegiada de hoje -.
Jose Guimarães assinalou que com a privatização a Vale fez seu lucro anual subir de cerca de 500 milhões de dólares em 1996 para aproximadamente 12 bilhões de dólares em 2006.
E o numero de empregos gerados pela companhia também aumentou desde a privatização – em 1996 eram 13 mil e em 2006 já superavam mais de 41 mil empregos. Também a arrecadação tributária da empresa cresceu substancialmente: em 2005, a empresa pagou 2 bilhões de reais de impostos no Brasil, cerca de 800 milhões de dólares ao cambio da época, valor superior em dólares ao próprio lucro da empresa antes da privatização”.
A privatização das empresas siderúrgicas começou com a extinção da empresa holding Siderurgia Brasileira S.A. – SIDERBRAS, após absorver os passivos das empresas subsidiárias. A primeira estatal privatizada, no dia 24 de outubro de 1991, foi a USIMINAS, siderúrgica mineira localizada no município de Ipatinga/MG, fato que gerou grande polêmica na época pois, das empresas estatais, ela era uma das mais lucrativas.
O governo Lula, em continuidade à política econômica de Fernando Henrique e de Itamar Franco, foi responsável pela privatização de cerca de 2,6 mil quilômetros de rodovias federais, que foram a leilão em 9 de outubro de 2007. O grande vencedor do leilão para explorar por 25 anos pedágios nas rodovias foi o grupo espanhol OHL.
Também privatizou estradas são, seguido do vencedor do leilão no determinado lote:
BR-381 Belo Horizonte (MG) – São Paulo (SP) - grupo OHL ; BR-393 Divisa (MG-RJ) – Via Dutra (RJ) – Acciona; BR-101 Ponte Rio–Niterói (RJ) – (ES) - grupo OHL; BR-153 Divisa (MG-SP) – Divisa (SP-PR) - BR VIAS; BR-116 São Paulo (SP) – Curitiba (PR) - grupo OHL; BR-116 Curitiba (PR) – Divisa (SC-RS) - grupo OHL; BR-116/376/PR-101/SC Curitiba (PR) – Florianópolis (SC) - grupo OHL.
E não parou por ai, na recente concessão de rodovias federais, em que foi adotado o procedimento de decisão social na elaboração do edital licitatório, as empresas que se saíram vitoriosas na licitação ofereceram-se para administrar as estradas por um pedágio médio de R$ 0,02 por quilometro, o que representa um custo médio seis vezes inferior ao custo médio cobrado no pedágio das rodovias Anhangüera/Imigrantes, que foram privatizadas na década anterior, quando ainda prevaleciam outros critérios. O emprego desses novos critérios licitatórios, que adotaram a teoria do desenho de mecanismos, resultaram numa Eficiência de Pareto, de acordo com o governo, superior à obtida apenas pelo critérios anteriores. Recentes matérias em jornais levantaram, entretanto, que os contrato realizados nas concessões em 2007 não tem sido cumpridos e que as estradas encontram-se, em 2010, com obras atrasadas e trechos em péssimas condições. Houve também a concessão por 30 anos de 720 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul para a Vale do Rio Doce pelo valor de R$ 1,4 bilhão.
Entre outras privatizações no governo Lula, estão:
Banco do Estado do Ceará; Banco do Estado do Maranhão; Hidrelétrica Santo Antônio; Hidrelétrica Jirau; Linha de transmissão Porto Velho (RO) – Araraquara (SP).
Por tanto penso que a retórica e ruim para ambos os lados, mas inventar que o Brasil, começou á crescer economicamente e com políticas sócias mais justas em 2003, e um absurdo. O presidente Lula poderia sair do governo como um grande estadista, mais não fez as reformas que o país precisava, e ainda faz declarações na campanha de sua candidata como se fosse ainda um líder sindical, e não como um presidente que ainda governa a nossa nação, gerando um ódio na militância contra o adversário de sua candidata. Isso o tornara pequeno após as eleições de 2010. Que pena!
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