domingo, outubro 09, 2005

Noticia: Projeto-piloto do FMI não decola


Regina Alvarez - Brasilia - Versão Imprensa – 09/10/05

O festejado Projeto-Piloto de Investimentos (PPI) — que garantiu R$ 2,9 bilhões para obras prioritárias nas áreas de infra-estrutura e de modernização da máquina pública sem as amarras do esforço fiscal — caminha em marcha lenta. Problemas de gestão e os entraves da burocracia emperram a execução plena dessas obras e projetos. Até setembro, 46,3% das ações (obras e programas) incluídas no PPI tinham comprometido menos de 10% do Orçamento disponível, enquanto 38,9% sequer saíram do papel, com execução igual a zero. Alguns projetos chegaram a ficar 90 dias pulando de gabinete em gabinete na Esplanada. Nem mesmo o Ministério da Fazenda, que tem a chave do cofre, conseguiu sucesso na execução dos programas de melhoria da arrecadação. Ministério da Fazenda, que tem a chave do cofre, conseguiu sucesso na execução dos programas de melhoria da arrecadação.
Entre as obras incluídas no (PPI) que não saíram do papel, sete estão no Rio de Janeiro, num montante de R$ 88,2 milhões que poderia ter sido mais não foram investidos na infra-estrutura estadual. O arco rodoviário e as obras do Porto do Rio estão entre as ações que têm execução zero no orçamento da União até setembro.

(Se os projetos tivessem avançados, teríamos começado a pavimentar o caminho para o futuro para viabilização do Porto de Sepetiba, e o desenvolvimento dos municípios do seu entorno. O projeto do Arco Rodoviário tem o objetivo de desviar veículos pesados das áreas centrais do Rio de Janeiro, cuja duplicação de trechos da rodovia BR-101 (Rio-Santos) no Rio de Janeiro, e a construção da BR-109, é de fundamental importância para garantir o acesso ao Porto de Sepetiba. Adenil Costa).
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