quinta-feira, outubro 09, 2008

PESSOA EXPERIMENTADA NÃO É A QUE TEM MUITAS EXPERIÊNCIAS

Segue abaixo um artigo extremamente interessante, onde mostra como a pessoa aberta a novas experiências não é àquela que está disponível a experimentar as experiências vividas pelos "outros", mas sim, àquelas que constroem suas próprias experiências, a partir de convivências, concretas e raciocinadas, que aprendem e ensinam concomitantemente. Não é copiar o que o outro faz, mas sim, construir uma vida a partir de conclusões lógicas. Receber e dar. Ser feliz e fazer feliz. Trocar, e não só receber.
Pessoa aberta a novas experiências é aquela que sabe ouvir, e não só falar. É aquela que sabe olhar através de seus olhos e dos olhos dos outros. É aquela que quanto mais sabe, descobre que menos sabe. Que constrói uma vida a cada dia, que sabe que nada nunca estará pronto, mas não perde a esperança de construir um mundo melhor para si e para a coletividade.
Pessoa aberta a novas experiências é aquela que decide em conjunto, pois sabe que várias cabeças pensam melhor que uma só. Que sabe que não tem a verdade do mundo, mas que a procura através do diálogo com todos que estão a sua volta.
Adenil Costa

"A PESSOA EXPERIMENTADA NÃO É A QUE TEM MUITAS EXPERIÊNCIAS, MAS SIM A QUE ESTÁ ABERTA A NOVAS EXPERIÊNCIAS"!Trechos do artigo -Virtudes da Prudência Política- - Rafael del Aguila - Politólogo da Universidade Autônoma de Madrid publicada no Clarin.
1. "Para ser homem, é preciso negar-se a ser Deus", dizia Camus. Talvez seja este um primeiro elemento de uma política de moderação capaz de evitar o fanatismo. É preciso negar-se a colocar-se a si próprio numa posição "omnímoda" e toda poderosa que caracteriza os idealistas utópicos e os realistas obtusos. Ambos os pontos de vista converteram o século XX e estão a caminho de converter o século XXI num inferno de violência, brutalidade política, guerra, limpezas étnicas, terrorismo, extermínios.
2. Para começar, o perigo dos ideais não consiste em tê-los, mas sim como eles se mantêm. Não consiste em crer ou não crer, mas em como se crê. Dogmáticos e fanáticos consideram uma agressão insuportável qualquer argumento que os obrigue a rever ou a colocar em questão seus ideais. Ao contrário, as políticas moderadas vivem de convicções, cujo núcleo principal é a abertura à crítica e à auto-reflexão permanentes.
3. Estas políticas se orgulham de manterem-se abertas a argumentações, experiências, sentimentos ou acontecimentos, que eventualmente poderiam levá-las a reapresentar suas crenças e seus ideais. E, do mesmo modo, tal como a dúvida na ciência não é paralisante, mas constitui um estímulo para o avanço na investigação, estas políticas crêem que a abertura, a ironia e a autocrítica constituem sua razão de ser e seu maior poder.
4. Transformamos nossas crenças porque uma pessoa experimentada não é a que tem muitas experiências, mas sim a que está aberta a novas experiências. A abertura e a exposição à mudança é sua lei fundamental. Desde aqui se procura oferecer uma alternativa conseqüente; isto é, que tenha por objetivo a geração de conseqüências preferíveis, com a ação política. E por aqui se começa por temer certas políticas tirânicas, realizadas em nome de altos ideais ou de necessidades iniludíveis.
5. A alternativa impecável é equivocada. Do bem nem sempre procede o bem, a justiça estrita nem sempre produz resultados de acordo com o bem comum democrático, o honesto nem sempre é útil. Estas opções estão baseadas numa metafísica harmonizante incompatível com um olhar para o mundo minimamente realista e verdadeiro.
6. Devido a este dilema, a política de moderação existe sem garantias, nem fundamentos. Ninguém, senão nós próprios, nossa reflexão e nossos juízos, e nossas ações, podem determinar o nível de tolerância nos meios que usemos. Apenas uma deliberação aberta a todos pode-nos assinalar onde não estamos dispostos a chegar sob nenhuma circunstância.
7. Mas não é preciso ter demasiadas ilusões; julgamos e tomamos cursos de ação alternativos nos âmbitos políticos contingentes e inseguros. Nossas mesmas ações produzem efeitos e envoltas de reações que nunca podemos prever e antecipar ou controlar por completo. Isso não nos exime de julgar e de atuar. Mas sim nos impõe atuar com prudência.
8. É preciso ter a coragem de tomar posição contra a injustiça ou a tirania, e assumir que devemos fazer isso até mesmo quando não estivermos totalmente seguros de nada (nem da superioridade absoluta de nossos ideais, nem da consecução perfeita dos fins da ação). Porque um homem civilizado é aquele que se atreve a se arriscar por coisas que considera crucial, mesmo quando tenha dúvidas delas. Além disso, habitualmente, não poderemos escolher o bem e teremos de conformar-nos com o mal menor.
9. Não poderemos garantir a liberação absoluta e transparente, e teremos de nos conformar com as pequenas liberdades que nos fazem, precisamente, livres. Importa o pequeno, as mudanças e as rebeldias locais, a dissidência pontual, a solução dos problemas reais, as resistências ao intolerável. A consecução de um mundo, que, se não for completamente justo e perfeito, ao menos é decente.

segunda-feira, setembro 22, 2008

RIO - EDUCAÇÃO: A MAIOR REDE DE ENSINO MUNICIPAL, DO MUNDO!

A Prefeitura do Rio caminha muito à frente das demais prefeituras, quando o assunto e educação. Foi o primeiro município a passar as creches a gestão da SME, fazendo com que nossas crianças passassem a ser atendidas por professores desde a mais tenra idade, conforme preconiza a LDB.
Implantação de quadras esportivas, inclusão digital para alunos e professores continua sendo metas da gestão da Prefeitura. Os servidores foram reconhecidos e valorizados, recebendo benefícios como plano de saúde, convênios com universidades (descontos nas mensalidades) capacitação, entre outros.
Muito foi feito, porem, muito se tem ainda por fazer. Veja as noticias publicadas no
ex-blog Cesar Maia de 22/09/08.


Número de alunos e escolas apresentados no Globo de hoje: Da 1.ª a 9.ª séries (no Rio há anos são nove séries, o que é raro no Brasil e atende a meta do MEC): 727.776 alunos.
Pré-escolar e creches: 115.703 alunos;
Educação Especial: 6.179 alunos;
PEJA - Programa Especial de Jovens e Adultos (supletivo): 32.954 alunos. Total: 882.612. Equivale a 15% da população do Rio-Capital e a uma das 20 maiores cidades do Brasil;
Número de Escolas: 1062 (com 20 em processo de construção). A Prefeitura do Rio constrói 1,2 salas de aula por dia de aula;
Creches Próprias: 252. Creches Conveniadas pagas pela Prefeitura: 161.
Se comparados esses números com 1992 se pode avaliar quanto se avançou na educação na Prefeitura do Rio. Os hoje 50 mil alunos que completam a oitava série eram 22 mil. As hoje 90 mil crianças em Pré-Escola eram 16 mil. De 40% de crianças de 5 e 6 anos fora da escola segundo o Censo de 2000, agora são 5%, sendo que parte por migração recente, parte por decisão das famílias e parte por enfermidade ou deficiência grave.

domingo, abril 20, 2008

ZONA OESTE : A correnteza do Rio, corre em nossa direção em ritmo acelerado.

Os números são animadores da economia da Zona Oeste (BANGU, CAMPO GRANDE E SANTA CRUZ) e são dignos de uma cidade grande. Os investimentos nesta região chegam á aproximadamente a R$ 8,5 bilhões e aproximadamente 20 mil empregos diretos criados nos últimos três anos, nós temos que comemorar. O maior dos investidores é o grupo alemão ThyssenKrupp, que investe aproximadamente 3 bilhões de euros na construção de uma siderúrgica, no pólo industrial de Santa Cruz, resultado do Joint venture, entre a empresa Alemã e a Vale do Rio Doce, onde nasceu a CSA-Companhia Siderúrgica do Atlântico. Sem duvida nenhuma a Thyssen e responsável pelo maior investimento privado nos últimos dez anos, no estado do Rio.
Temos também empresas como a Michelin e a Ambev, que estão presente em nossa região desde as décadas de 80 e 90, respectivamente também estão ampliando suas instalações na Zona Oeste, ambas inauguraram este ano duas novas fabricas em Campo Grande, com investimentos de aproximadamente R$ 560 milhões, que gerou aproximadamente 2.100 empregos.
Os vários investimentos na área industrial vêm transformando a nossa Zona Oeste num dos maiores atrativos para as grandes construtoras e imobiliárias. Sem duvida, Campo Grande, hoje passou a ser o quinto colocado no ranking de lançamentos imobiliários na cidade.
Nas áreas do comercio e serviços à região também vêm mostrando a sua pujança, dos quatro grandes shoppings, o West Shopping, foi o primeiro a abrir suas portas aqui na região e estão em fase de expansão, com investimentos de aproximadamente de R$ 50 milhões, cujas obras já estão avançando, já com previsão de ficar prontas até o fim deste ano.
Agora precisamos investir em áreas de lazer e de cultura com qualidade. Para promover de fato e de direito o desenvolvimento sustentável da nossa região, e será necessário que os investidores atendam às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das nossas gerações futuras para atenderem suas próprias expectativas.
Senhores empreendedores, querem crescer, venham para a região oeste da nossa cidade, pois as grandes possibilidades de crescimento estão aqui!
Leiam as minhas obras: ZONA OESTE: A opção para o crescimento do Rio-Panorama dos ciclos de gestões públicas sustentáveis e RIO DE JANEIRO: Acidade das Cidades-Dilemas e oportunidades. Os livros podem ser encontrados na Silbene (calçadão de Campo Grande) e em outras áreas da região.
ADENIL COSTA
Diretor de Administração e Finanças-Prefeitura/RIOLUZ E Ex Subprefeito da Zona Oeste do Rio.



domingo, julho 22, 2007

O SUCESSO DO MARKETING DO BOCA-A-BOCA

Revista ÉPOCA N.º 479 - 23 de julho 2007 – Editora GLOBO
Não existe sucesso maior que clientes recomendarem seu produto por iniciativa própria. É a opinião dos consumidores que constrói a imagem das empresas. Num primeiro momento, a publicidade até pode mudar o que eles pensam. No longo prazo, a verdade sobre o produto é o que fica. Os consumidores acreditam mais em outros consumidores que nas empresas. Há dois tipos de boca-a-boca. Um deles chama de orgânico: É o espontâneo. O produto é tão bom, ou tão ruim, que as pessoas falam espontaneamente sobre ele. O que as empresas podem fazer quando os clientes falam mal delas? O primeiro passo é saber por que estão falando mal. Identificado o motivo, as empresas precisam entrar na conversa. Se responderem à reclamação, mostrarão que estão genuinamente preocupadas. Assim, os clientes deverão mudar de postura. Ignorar a reclamação é a pior coisa que elas podem fazer.
Como fazer sucesso com boca-a-boca? Leia, abaixo, 16 sugestões para estimular o boca-a-boca, retiradas do livro Word of Mouth Marketing (o marketing do boca-a-boca, em português), de Andy Sernovitz.
1. Procure pessoas que estão falando de você na Internet;
2. Decida em quais conversas vai participar. Comece hoje;
3. Crie um blog;
4. Crie uma nova regra: Pergunte-se se aquela informação é importante e merece ser espalhada em todos os encontros na Internet;
5. Apresente um argumento estrondoso e simples nas discussões;
6. Coloque alguma coisa na porta do seu escritório que vai fazer com que as pessoas lembrem de falar de você para um amigo;
7. Faça uma newsletter para seus interlocutores mais próximos;
8. Escolha um caminho fácil para espalhar o boca-a-boca;
9. Coloque um botão "envie para um amigo" em seu site;
10. Ofereça uma oferta a aqueles que encaminharem seus e-mails;
11. Coloque um pequeno presente e uma ferramenta do boca-a-boca em todos os produtos que enviar;
12. Tenha um espaço privado na Internet para que seus interlocutores mais próximos possam conversar;
13. Peça desculpas pelos seus erros e resolva problemas com rapidez;
14. Associe-se a instituições beneficentes;
15. Faça alguma coisa inesperada;
16. Seja legal.
Para o consultor americano Andy Sernovitz, as empresas têm de dar motivos para o consumidor falar bem delas.
Os Gestores públicos devem ler e reler essa excelente materia da revista ÉPOCA, principalmente os politicos.

domingo, abril 01, 2007

ECONOMIA: DESENVOLVIMENTO COM FOCO CENTRADO E ARTICULADO

No Estado do Rio de Janeiro, precisamos focar o desenvolvimento econômico e social nos grandes pólos, a partir da vocação de cada região. Podemos citar como exemplo a Região do Médio Paraíba, com o Pólo Metal-Mecânico, tendo suas âncoras na siderurgia e nas montadoras, que promoveram uma grande revolução naquela região. Assim também é visto em Friburgo e adjacências, que com o seu pólo de confecção se tornaram competitivo, e hoje, representa, aproximadamente, 20% da produção nacional de moda íntima. Os Pólos Industriais de Santa Cruz e Campo Grande, que têm como âncoras o grupo Gerdau/Cosigua, Michelin e Valesul, As gigantes do aço ThyssenKrupp e Vale do Rio Doce (CSA -Companhia Siderúrgica do Atlântico) que esta implantando sua nova siderúrgica no Pólo Industrial, o volume de investimentos chega a cifras de R$ 9 bilhões, que entre outras, vão promover o crescimento da Zona Oeste da Cidade do Rio, mostrando que a correnteza do Rio corre forte na direção dessa região. O Pólo de Polímeros, o primeiro do gênero no país, foi instalado em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, onde várias empresas transformadoras de plástico já integram o Pólo, devendo criar, até o final de 2007, aproximadamente 20 mil vagas, considerando empregos diretos e indiretos; é o maior empreendimento gás-químico construído na América Latina.
As regiões Norte e Noroeste Fluminense, com a fruticultura, vêm minimizando um antigo problema de desemprego na região, principalmente nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar, absorvendo parte da mão-de-obra ociosa em seu processo de produção de suco de frutas cítricas, gerando empregos no setor primário.
Acredito que a melhor política econômica para o Estado do Rio é a interiorização do desenvolvimento, pois vai reduzir a pressão na área da Meso - Região Metropolitana, que está no limite, não suportando mais os altos índices de crescimento demográfico. Se pensarmos um modelo de gestão de desenvolvimento, focando o Estado a partir de um espaço homogêneo, do ponto de vista econômico e social, com certeza não precisaremos fazer grandes esforços. Seguindo esta linha, estaremos pavimentando o caminho para o futuro, pois o desenvolvimento será a base econômica que vai criar condições para que este Estado possa ser pensado no seu conjunto. Com isso vai estagnar o processo de migração, observado por muitos anos, que vem degradando a região metropolitana com o seu crescimento desordenado.
Para melhor atender a toda esta demanda de produção e investimentos, se tornam necessárias à construção do Arco Rodoviário Metropolitano do Rio, com 72 km de estradas, e a urgente duplicação completa da BR-101 (cujo trecho entre Santa Cruz e Itacuruçá já se encontra em obras), possibilitando a eliminação do estrangulamento da BR-040 ao Porto de Itaguaí e propiciando os promissores projetos de fruticultura, entre outros.
O Norte e o Noroeste Fluminense, tão marginalizados nas atenções governamentais há várias décadas, estão a exigir uma ação planejada e conjunta das três esferas de governo, objetivando reverter uma tendência que só aprofunda o seu esvaziamento.
Torço para que o nosso Governador invista em infra-estrutura naquela região, pois não podemos deixar de sonhar que o estado do Rio pode ser celeiro energético, além de petróleo, com produção do Etanol, pois as condições nós temos: Terra, Sol, Água e muita Tecnologia.
ADENIL COSTA
É Diretor de Administração e Finanças – Prefeitura/RIOLUZ
e-mail: adenilmc@terra.com.br

sábado, dezembro 09, 2006

POLÍTICA: Relação de Trabalho e a Arte da Competitividade

Do Ex-Blog de César Maia - 03/12/2006
Dois artigos publicados durante o mês de novembro de 2006
1. Do professor Ulrich Beck da Universidade de Munich. Um lúcido -e raro-pensador de esquerda no mundo de hoje.
Diz ele:
a) Quanto mais às relações de trabalho sejam desregularizadas e flexibilizadas, mais rapidamente a sociedade será transformada de uma sociedade do trabalho em uma sociedade do risco, na qual nem o modo de vida para as pessoas, nem as medidas para o Estado e a política, serão previsíveis.
b) A margem de manobra do Estado é reduzida ao dilema entre financiar um menor nível de pobreza, em troca de um alto nível de desemprego, (como ocorre na maioria dos paises europeus), ou então, aceitar a pobreza evidente com um nível de desemprego menor, como nos EUA.
c) A renúncia à utopia significa a renúncia ao poder. A renúncia aberta à utopia é um cheque em branco ao abandono da política por parte da própria política. Só quem é capaz de entusiasmar-se, ganha apoios e conquista o poder. Quanto mais imaginativa a política, mas crível e grande em seu entusiasmo se converte à pretensão de fazer política, tanto mais forte será, porque reativará sua própria lógica interna.
2. Do professor Natalio Botana -historiador e politólogo Argentino. Um lúcido -e raro- pensador, que articula instrumentos teóricos com análise de conjuntura.
Diz ele:
a) A arte da competitividade-a soma inteligente de alternativas e alternâncias - não se aprende da noite para a manhã. Na realidade, o desenvolvimento de tal estilo depende da capacidade representativa da sociedade civil. Se nossa sociedade é incapaz de fazê-lo e de apresentar alternativas viáveis frente às políticas que encarnam os governos, não há porque se estranhar que os sistemas sem alternância sigam impondo sua lógica.
b) Assim, se provará, mais uma vez, que as hegemonias, personalistas ou de partidos, são também produto da debilidade dos contrários, (da oposição). Na medida em que estes encontram algum vínculo de união, capaz de transcender o mero oportunismo eleitoral, as coisas começam a mudar.

quinta-feira, outubro 05, 2006

SIDERURGICA: INVESTIMENTOS EM SANTA CRUZ –ZONA OESTE DO RIO

A partir de 2009, a Usina Siderúrgica da ThisenKrup – CSA, em fase de construção, em Santa Cruz-Zona Oeste da Cidade do Rio, vai produzir placas de aço que serão exportadas para a Europa e EUA, segundo informações da empresa. A pedra fundamental do empreendimento, feito juntamente com a CIA. Vale do Rio Doce, foi lançada no dia 29/09/06. O investimento na construção da Usina além de um porto, dois alto-fornos e outras instalações voltadas para a produção.
O complexo siderúrgico vai gerar 3 mil empregos diretos e outros 10 mil indiretos, caracterizando um projeto desenvolvimentista, que vai criar um pólo de geração econômica e vai agregar ao cartão de visitas do Rio de Janeiro um empreendimento de sucesso.
Segundo o Presidente da ThysseKrup Steel, KARL URICH KÔHLER, que a siderúrgica é considerada o investimento mais importante da empresa na América Latina.
Site:
www.adenilcosta.com.br